Idade da felicidade: Série de fotos de idosos derruba estereótipos sobre envelhecimento

Aos 56 anos Yakovlev disse que era a sua própria curiosidade sobre o envelhecimento que o levou à série “The Age of Happiness” (“A idade da felicidade”, em português). “Era uma questão pessoal”, disse Yakovlev em um email ao The Huffington Post. “Eu quero saber o quanto eu posso afetar/influenciar tudo o que a minha vida será após os 70.”

Por quase cinco anos Yakovlev viajou para a Europa, China e Estados Unidos e conheceu pessoas incríveis de 60, 70, 80 ou mais que não estão se deixando paralisar pela idade. Estas fotografias impressionantes revelam indivíduos que estão realizando coisas que eles nunca pensaram que fosse possível, especialmente em uma idade mais avançada.

Eles são maratonistas, skatistas, patinadores de gelo e DJs. Tem até mesmo uma mulher de 60 e poucos anos fazendo pole dance. O que o fotógrafo aprendeu com as dezenas de idosos inspiradores que conheceu? “Que depois dos 60 pode ser o melhor momento da sua vida. Eu posso ser feliz “, ele disse.

Lloyd Kahn tentou skate pela primeira vez aos 65 anos. Ele levantou-se em uma prancha e caiu imediatamente machucando a mão. A partir dessa experiência ele concluiu que deveria usar equipamento completo de proteção: joelheiras, cotoveleiras e capacete. Lloyd, que agora tem 79 anos, disse: "Eu não faço nenhum truque especial. Eu não ando como os adolescentes. Eu tento não ir muito rápido, de modo que eu sempre possa pular e aterrissar com os meus pés."

Lloyd Kahn tentou skate pela primeira vez aos 65 anos. Ele levantou-se em uma prancha e caiu imediatamente machucando a mão. A partir dessa experiência ele concluiu que deveria usar equipamento completo de proteção: joelheiras, cotoveleiras e capacete. Lloyd, que agora tem 79 anos, disse: “Eu não faço nenhum truque especial. Eu não ando como os adolescentes. Eu tento não ir muito rápido, de modo que eu sempre possa pular e aterrissar com os meus pés.”

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PESSOA OU OBJETO? ANIMAÇÃO PREMIADA QUESTIONA OS MODELOS DE TRABALHO ATUAIS

Já passou da hora de revermos os meios de trabalho, que se baseiam num modelo que não mais acompanha a evolução da sociedade e das grandes cidades. É hora de também refletir sobre a qualidade e condições de vida a que os trabalhadores estão sujeitos diariamente.

A animação El Empleo (“O Trabalho”), do argentino Santiago Bou Grasso e do estúdio OpusBou, foi lançada em 2008 para questionar e propor uma reflexão sobre as relações de trabalho atuais. Em 7 minutos, e sem precisar de diálogo, o curta retrata a cansativa rotina de milhões de pessoas.

Num mundo corporativo onde pessoas são meramente utilizadas como objetos, suscetíveis a constante substituição e consequentemente com medo disso, os funcionários são retratados no desenho através de um homem que diariamente busca ânimo para se levantar e seguir rumo às suas atividades cotidianas.

A animação de tema simples e melancólico conquistou mais de 100 prêmios internacionais com sua crítica ao sistema. Uma maneira legítima de demonstrar como podemos ser escravos das vontades alheias e como a falta de ação não gera reação alguma na busca por nossos objetivos,  até o fim de nossas vidas.

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A história inspiradora do homem cego que conseguiu realizar seu maior sonho: ser fotógrafo

O fotógrafo Brenden Borrellini nasceu surdo e com visão limitada, que acabou evoluindo para a cegueira completa. A dificuldade não o impediu de desenvolver seu maior dom: a fotografia, provando que definitivamente o olhar vem de dentro, da alma.

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O sonho de ser fotógrafo ganhou vida por conta de sua enorme força de vontade e ajuda de um mentor, o diretor artístico do Crossroads Arts (organização com foco em acessibilidade), Steve Mayer-Miller, que destacou o foco, perseverança e motivação de Brenden. Uma máquina que converte os textos em braile auxilia a parceria da dupla, que troca opiniões constantemente em busca de um maior aprimoramento e conhecimento. A ferramenta dá um feedback técnico sobre a arte, apontando itens como composição, luz, efeito do obturador e profundidade.

Para que Brenden enxergue sua obra, as imagens 2D são transformadas em 3D, assim ele pode captar suas ideias através do tato. “Eu posso ter uma noção do que me cerca. Mas quando estou tirando fotos, ainda preciso de alguma ajuda para guiar a câmera na direção certa. Ainda tenho alguma dificuldade para capturar a foto de imediato”, declarou o fotógrafo.

O pequeno documentário abaixo mostra a relação de Brenden com o mundo e suas fotos. Vale a pena ver e se inspirar:

http://vimeo.com/100071875

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Fotógrafo registra expressões e lições ensinadas por doentes terminais

A vida, com seus aspectos bons e ruins, de repente se dissolve e acaba. Desde os primórdios da humanidade, a morte tenta ser compreendida e evitada pelo homem: sem sucesso. O fotógrafoAndrew George não busca porquês, mas mostra como é possível esperar pelo que é inevitável de forma serena e corajosa.

Na série de fotos intitulada Right Before I Die (“Pouco antes de eu morrer”, em português), o fotógrafo registra, em imagens tocantes, doentes terminais que em breve terão seu encontro com a morte – e não a temem.

As pessoas fotografadas por Andrew George não são famosas, não aparecem em jornais e talvez nem fossem lembradas na hora do adeus, se não fosse o projeto. Mas a coragem que demonstram nesse momento, aguardando não a cura, mas o inevitável com sorriso no rosto, mesmo que conformado, fazem delas pessoas especiais.

Vem conhecê-las:

Donald – “O grandioso amor, ele dura e dura – é assim que se ama. Meu amor é tão supremo que apesar de minha ex-mulher estar casada e amando outro homem, eu ainda a amo. Você tem que perceber que nem sempre pode continuar com as coisas, é preciso deixá-las ir.”

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Josefina – “A vida é a sala de espera para a morte. Nós só estamos de passagem porque desde que você nasceu, você sabe que vai morrer e nós temos um dia específico, só não sabemos quando, nem onde, nem como. Eu me sinto calma, tranquila, porque eu já sei que eu estou indo, então todas as noites eu falo para Deus ‘Você sabe o que está fazendo’. Eu não estou com medo de morrer, eu já vivi feliz por muitos anos.”

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Chuck – “Um dos momentos mais felizes da minha vida? No topo da lista está o momento em que conheci Sally, que seria minha esposa por 35 anos.”

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John – “Quando eu penso na morte é como se fosse o começo de uma nova forma de vida indolor.”

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Kim – “Eu não tenho medo de morrer – eu tenho medo do que eu tive que fazer para chegar lá”.

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Abel – “Eu sinto que a porta está se abrindo. Nós voltamos quando nós terminamos o trabalho que nos foi designado. É tão simples, porque seria uma grande trote se não fosse verdade.”

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Odis – “A última vez que você fecha a tampa de um caixão, essa é a coisa que mais parte o coração. Você parte, você apenas parte. Eu tenho três filhos enterrados em Phoenix e quatro maridos estão mortos.”

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Ralph – “Este tem sido um excelente, excelente passeio”.

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Idosa registra sua luta pela vida através de fotos e compartilha na rede

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Com 80 anos, Betty Simpson, simpática e irreverente vovó norte-americana, luta contra um câncer de pulmão e, nessa batalha pela vida, encontrou uma divertida forma de registrar a sua vida, conquistando mais de 300 mil seguidores na rede protagonizando fotos bem humoradas.

O perfil, criado pelo seu neto, Zach Belden, de 18 anos, explica que sua ideia é registrar e compartilhar a vida de sua avó, transmitindo uma mensagem positiva de alguém que, apesar das dificuldades, se mantém feliz com a vida.

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Fotógrafa capta o cotidiano de menina criada por pais viciados em droga

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Tudo começou em 2008, quando a fotógrafa russa Irina Popova foi desafiada a criar um ensaio sobre sentimentos. Vagueando pelas ruas de São Petersburgo em busca de inspiração, esbarrou em Lilya, visivelmente embriagada, que transportava consigo um carrinho de bebê. Lá dentro ia a filha, Asfina.

A mulher, que Popova viria a saber depois, estava há vários anos dependente das drogas, acabou por convidar a fotógrafa a conhecer o apartamento e o namorado com o qual o partilhava.Pasha, também viciado, é pai de Asfina. Assim nascia o que viria a ser o livro “Another Family”.

Durante várias semanas, Popova captou de forma crua, mas fiel, a realidade dentro daquelas quatro paredes. O apartamento confuso e barulhento, as festas lotadas, os pais dormindo pelos cantos e sob o efeito das drogas e a pequena Asfina, crescendo no meio do caos.

Veja as fotos no site da fotógrafa na galeria Anfisa’s family

 

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Série de fotos mostra adultos segurando os sonhos frustrados da infância

“Qual seu sonho de infância?” O fotografo Jamal Penjweny fez esta pergunta para um grupo de residentes rurais do Oriente Médio. E com a projeção de vida impressa em cartaz, mostrou uma realidade bem diferente.

A série intitulada “Eu Desejo” busca compor os contratempos que a vida nos apresenta. A partir de ser um piloto de fórmula 1 até um ator de sucesso, os sonhos montam um triste contraste com o cenário real. Cada caso é um motivo de sonho não atingido. “A vida não é como a animação, você não pode ser o que quiser. Eu fiz este projeto para que cada pessoa pudesse agir fora do seu sonho, mesmo que não cumpri-lo na vida real“, resumiu Penkweny.

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