Veja lista dos 12 alimentos mais contaminados com pesticidas

Todos sabem que frutas, legumes e vegetais em geral precisam receber produtos que combatem pragas no seu cultivo. O que muitos podem desconhecer são quais alimentos recebem as maiores quantidades de agrotóxicos, substâncias que chegam ao corpo quando ingerimos tais itens.

​O site The Huffington Post publicou a lista dos 12 alimentos mais contaminados nos Estados Unidos, examinados pela entidade sem fins lucrativos Environmental Working Group (EWG). A lista é conhecida como Dirty Dozen, algo como os 12 sujos.

 

A maçã lidera o ranking há nove anos seguidos. A lista é feita com a análise de 48 alimentos e, segundo a entidade, 67% deles ainda carregam pesticidas mesmo depois de lavados.

Segundo estudos, agrotóxicos estão associados a problemas de saúde, principalmente em crianças. Também podem ser carcinogênicos, bem como alterar a produção hormonal do organismo.

 

Confira a lista:
Maçãs
99% das amostras testadas demonstraram a presença de pelo menos um tipo de agrotóxico

Morangos
Trata-se do segundo alimento mais contaminado segundo análise de organização sem fins lucrativos

Uvas
As amostras verificadas pela Environmental Working Group (EWG) identificaram 15 tipos de substâncias tóxicas na fruta

Salsão
Foram identificados 13 diferentes tipos de agrotóxicos no alimento

Pêssegos
As frutas ficaram em quinto lugar entre os alimentos mais contaminados com pesticidas

Espinafre
Entre os vegetais, é o segundo mais contaminado segundo análise feita por entidade que verifica nível de agrotóxicos em alimentos

Pimentões
Foram encontrados resíduos de 15 pesticidas no alimento

Nectarinas
Em todas as amostras testadas da fruta foram identificados agrotóxicos

Pepinos

Ocupa o nono lugar na lista dos alimentos mais contaminados

Batatas
Segundo análise da Environmental Working Group (EWG), os alimentos também estão repletos de agrotóxicos

Tomates-cereja
Contém 13 tipos diferentes de pesticidas

Pimentas
Ocupam a 12ª posição entre os alimentos mais contaminados com agrotóxicos

Fonte

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Aposentadoria faz mal à saúde, diz estudo

17/05/2013 – 12h28

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DA BBC BRASIL

A aposentadoria pode gerar prejuízos para a saúde física e mental, revelou uma nova pesquisa.

O estudo, publicado pelo centro de estudos Institute of Economics Affairs (IEA) com sede em Londres, descobriu que a aposentadoria leva a um “drástico declínio da saúde” no médio e longo prazos.

Segundo a IEA, a pesquisa sugere que as pessoas devem trabalhar por mais tempo por razões de saúde e também financeiras.

O estudo, realizado em parceria com a entidade beneficente Age Endeavour Fellowship, comparou aposentados com pessoas que continuaram a trabalhar mesmo após terem alcançado a idade mínima para a aposentadoria e também levou em conta possíveis fatores.

Lucas Lima/Folhapress
Aposentadoria faz mal à saúde, diz estudo
Aposentadoria faz mal à saúde, diz estudo

Philip Booth, diretor da IEA, disse que os governos deveriam desregular os mercados e permitir que as pessoas trabalhassem por mais tempo.

“Trabalhar mais não será apenas uma necessidade econômica, mas também ajudará as pessoas a viverem vidas mais saudáveis”, disse ele.

Edward Datnow, president da Age Endeavour Fellowship, acrescentou: “Não deveria haver uma idade ‘normal’ para a aposentadoria no futuro”.

Na Grã-Bretanha, o governo já planeja elevar a idade mínima para a aposentadoria.

“Mais empresários precisam pensar sobre como podem capitalizar em cima da população mais velha e aqueles que querem se aposentador devem refletir duas vezes sobre essa questão”.

O estudo, focado na relação entre atividade econômica, saúde e política pública de saúde na Grã-Bretanha, sugere que há uma pequena melhora na saúde imediatamente depois da aposentadoria, mas constata um declínio significativo no organismo desses indivíduos no longo prazo.

Segundo a pesquisa, a aposentadoria pode elevar em 40% as chances de desenvolver depressão, enquanto aumenta em 60% a possibilidade do aparecimento de um problema físico.

O efeito é o mesmo em homens e mulheres. Já as chances de ficar doente parecem aumentar com a duração da aposentadoria.

Fonte

O que a internet está fazendo com o nosso cérebro?

Amanda de Almeida

17/05/2013

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Se você já se fez esta pergunta, não está sozinho na busca por respostas

Outro dia, o Braincast falou sobre a década de 1990, como as coisas eram no final do século 20. Parece loucura pensar que já estamos quase na metade da segunda década do século 21 e que já existe uma geração inteira por aí que não consegue imaginar um mundo sem internet e todas as tecnologias e mudanças sociais que ocorreram desde então. Só que ao mesmo tempo em que a web proporcionou avanços incríveis, ela também fez com que o ser humano regredisse em incontáveis aspectos, um deles ligado diretamente à criatividade, aprendizado e a maneira como raciocinamos.

AFINAL, O QUE A INTERNET ESTÁ FAZENDO COM O NOSSO CÉREBRO?

Se você nunca se perguntou isso, talvez agora seja um bom momento para pensar a respeito. Pensar. Será que a gente se lembra como fazer isso de verdade, de maneira consciente e não no piloto automático? Às vezes tenho a impressão de que nós, seres humanos, estamos nos esquecendo como desempenhar funções básicas, não porque evoluímos e aprendemos algo novo no lugar, mas porque simplesmente desaprendemos deixando que uma máquina faça tudo por nós. E por mais que a gente pense que o acesso à informação está cada vez mais democrático, ao mesmo tempo a maneira de encontrar esta informação não é nada democrático, já que apenas alguns poucos “escolhidos” são capazes de desenvolver algoritmos para tal.

Ou seja: você joga uma busca no Google, que devolve os resultados para você, mastigados segundo o que aquela combinação de algoritmos definiu. Geralmente, a gente acaba se dando por satisfeito e pronto, fica por isso mesmo. Daí, me ocorreu o seguinte:

SERÁ QUE O GOOGLE ESTÁ MATANDO A NOSSA CURIOSIDADE, CRIANDO UMA FALSA SENSAÇÃO DE SACIEDADE?
Já tem algum tempo que eu tenho pensado a respeito e tenho certeza de que nós – eu, você e outras pessoas – não estamos sozinhos na busca por respostas a estes questionamentos, especialmente se você faz parte daquela parcela da população que se lembra de como era o mundo analógico, quando as pesquisas para a escola eram feitas em bibliotecas (Barsa e Guia do Estudante, quem nunca?) e você precisava esperar meses para ouvir uma música nova ou assistir a um filme.

Não, eu não estou sendo saudosista, nem reacionária, adoro poder ouvir a música nova do David Bowie no exato momento em que ela é lançada. De não precisar deixar o videocassete gravando um programa na MTV, só para poder assistir ao videoclipe deste ou daquele artista. Eu só acho que talvez seja exatamente por conta desta facilidade que as coisas estão se tornando cada vez mais superficiais e efêmeras, por assim dizer.

DAÍ EU TE PERGUNTO: QUE HISTÓRIA TEM AQUELE FILME OU AQUELA MÚSICA QUE VOCÊ BAIXOU DA INTERNET?

Tudo se tornou consumível, reciclável. Você consome uma coisa e, quando se cansa dela – o que ocorre com rapidez cada vez maior – vamos para a próxima. Não existe mais aquela coisa de se criar uma expectativa e, quando ela finalmente chega, você vai e curte durante um bom tempo, até se cansar. E, quando se cansa, não joga fora ou recicla. Você guarda. Eu tenho um monte de livros e discos aos quais sou apegada porque tive de esperar por eles. Cada um tem sua própria história, que faz parte da minha história, representa um momento da minha vida ou uma lembrança.

Mas, voltando à rapidez, será que com um volume tão grande de informação, a uma velocidade tão absurda, a gente consegue reter alguma coisa? O Epipheo Studios (que tem o Google entre seus clientes), fez uma entrevista com o escritor Nicholas Carr sobre esse assunto e criou uma animação muito legal e altamente esclarecedora, What the Internet is Doing to Our Brains.

Se você não ligou o nome à pessoa, Nicholas Carr é o autor de A Grande Mudança e, mais recentemente, Geração Superficial.

Carr explica que nós nos tornamos uma espécie de dependentes digitais, que precisam ficar checando emails, smartphones e afins o tempo inteiro – curiosamente, uma espécie de evolução de instintos pré-históricos. Isso pode ser prejudicial por várias razões, mas uma delas está ligada diretamente à nossa capacidade de aprendizado, denominada consolidação da memória. É o processo que leva a informação da memória recente para a memória de longo prazo e permite que a gente crie conexões entre elas.

Na prática, sabe quando você começa a fazer alguma coisa, mas daí o telefone toca ou você recebe uma mensagem, e no segundo seguinte esquece completamente o que ia fazer? É mais ou menos isso: você lê alguma coisa, mas na hora de o cérebro transferir os dados, uma interrupção qualquer acaba causando um pau na HD.

E DEUS FALOU: SÓ A ATENÇÃO SALVA…

Ok, não foi Deus quem disse isso. Foi Nicholas Carr, só que com outras palavras. Mas acho que você entendeu a ideia. Quer “salvar” uma informação na sua memória de longo prazo? Preste atenção no que está fazendo e evite distrações. Acredite, isso é um fator determinante entre criar alguma coisa ou apenas reproduzir algo que você viu.

Parece complicada essa coisa de se desligar mas, de fato, eu acredito que seja possível haver um equilíbrio entre digital e analógico, aproveitando-se o melhor dos dois universos. É muito prático ter uma biblioteca inteira em um tablet, mas não existe nada como o cheiro de livro novo (ou velho, em alguns casos). Sem contar que o tablet sempre tem muito mais do que livros, mas um monte de outras distrações que podem se tornar muito mais atraentes do que a leitura em si. Já o livro… é você e ele.

A era digital é ótima, mas imaginação e curiosidade para continuarmos em frente é essencial. E isso só cultivamos com um cérebro bem nutrido de realidade, informações, referências, histórias, experiências e até algumas distrações, desde que sua memória não seja prejudicada.

Se esse assunto já acabou? De forma alguma. Essa conversa só está começando.

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Claro, Net e Embratel terão Wi-Fi em 9 cidades

16 de maio de 2013| Por Redação Link

Clientes das três operadoras terão acesso gratuito à internet em cerca de 6 mil locais onde a rede foi instalada

Mariana Durão

RIO – Em um possível primeiro passo para unificar as operações do grupo América Móvil no Brasil, Claro, NET e Embratel lançaram nesta quinta-feira, 16, uma nova rede Wi-Fi (internet sem fio) para clientes das três empresas por meio de 6 mil hotspots em locais públicos de nove cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Campinas, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Curitiba e Porto Alegre.

Batizadas de Claro Wi-Fi Max e NET Vírtua Wi-Fi, as redes já estão operando. O objetivo é aumentar as sinergias das empresas da América Móvil, do bilionário mexicano Carlos Slim, no Brasil.

O melhor atendimento aos clientes na Copa de 2014 e nas Olimpíadas 2016 também está na mira. Os investimentos foram compartilhados pelas três companhias para otimizar a cobertura 3G e complementar a cobertura 4G do grupo.

Pontos de acesso como aeroportos, shoppings e hospitais terão acesso gratuito aos clientes das operadoras. No caso da Embratel a nova infraestrutura será ofertada para o acesso externo de Wi-Fi por seus clientes corporativos. Em São Paulo a tecnologia está disponível em 1700 pontos e, no Rio, em mil pontos de 77 bairros como Maracanã, Leblon, Ipanema, Copacabana e Centro.

/ AGÊNCIA ESTADO

Série de fotos mostra o dia a dia de esposa cuidando do marido com Alzheimer

Mirella é como se chama o projeto fotográfico do italiano Fausto Podavini, que lhe valeu um prêmio World Press Photo na categoria “Daily Life Stories”. É também o nome da protagonista desta história: casada com Luigi durante 43 anosMirella viu sua vida mudar quando ele foi diagnosticado com Alzheimer. A série não foca na doença, mas no amor que os uniu.

O Alzheimer é uma doença degenerativa que afeta a memória, o pensamento e o comportamento, capaz de transformar o cotidiano e a própria pessoa. Luigi começou a demonstrar sintomas da doença aos 65 anos e, a partir daí, cada pequena tarefa passou a ser um desafio.

O seu apoio foi Mirella. Desde mudar seus horários – quando Luigi deixou de distinguir a noite do dia – até levar comida à boca do marido. Na série, em preto e branco, o fotógrafo opta por captar pequenos gestos de carinho, em vez das dificuldades provocadas pela doença. Exemplos? Um simples abraço, uma ducha pela manhã ou um beijo de boa noite.

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Concurso Talentos da Maturidade tem inscrições abertas

Iniciativa premia artistas com mais de 60 anos

Catraca Livre, Redação em 16 de maio de 2013

Getty Images

Serão distribuídos R$ 170 mil em prêmios pelo concurso

Estão abertas as inscrições para a 13ª edição do concurso cultural Talentos da Maturidade, do Banco Santander. A iniciativa convida pessoas com mais de 60 anos de idade a apresentarem seus trabalhos artísticos, e distribuirá R$ 170 mil em premiações.

concurso aceita trabalhos nas categorias Artes Plásticas, Literatura, Música Vocal, Fotografia e Dança, que estreia no projeto este ano. Os candidatos serão divididos entre as regiões Norte, Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Em 11 de outubro serão divulgados os 75 finalistas regionais, dos quais 25 disputarão o prêmio nacional. A cerimônia final será em dezembro, em São Paulo, quando serão conhecidos os vencedores nacionais de cada uma das cinco categorias.

É possível realizar inscrições até 30 de agosto, pelo site do Talentos da Maturidade. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-12-0077.

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