Os truques do supermercado para fazer você comprar mais

especialista em marketing da ESPM Ricardo Pastore explica como os produtos são dispostos nas prateleiras para nos influenciar a fazer mais compras. Confira o vídeo e veja toda a ciência que há por trás de cada prateleira:

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Cancelamento automático de telefone, TV e internet

Consumidor poderá rescindir contrato pela web, sem ligar para a central de atendimento  – ou, pelo menos, sem precisar convencer um atendente.

As operadoras desses serviços deverão oferecer a possibilidade de cancelamento automático em seus sites e, nas centrais de atendimento telefônico, por meio de uma opção que precise apenas ser digitada. Caso o consumidor prefira falar com um atendente, esse terá de cancelar o serviço no momento do pedido.

De acordo com as novas regras, divulgadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o contrato deverá ser rescindido em no máximo dois dias úteis.

Também começam a valer outras cinco regras estabelecidas pela agência reguladora para esses serviços.  Veja quais são elas:

1- Caso a ligação do consumidor para  a central de atendimento caiaa operadora deverá ligar de volta. Se o retorno não for possível, ela deve mandar uma mensagem de texto com o número do protocolo. As conversas devem ser gravadas e o consumidor pode solicitá-las em até seis meses.

– Operadora deve resolver problema com a conta em até 30 dias ou terá de corrigir a fatura automaticamente. Caso o consumidor já tenha pago o valor questionado, tem direito a receber a quantia em dobro. É possível questionar as faturas até três anos após a emissão.

– Crédito de celular pré-pago tem validade mínima de 30 dias

Todo crédito de celular deve ter validade mínima de 30 dias e o consumidor deve ser avisado pouco antes de o prazo expirar. As operadoras também devem oferecer opções com validade de 90 e 180 dias, inclusive nas recargas em supermercados e outros locais fora da loja  própria.

– Promoção vale para todos, inclusive assinantes

Quem já é assinante pode se beneficiar das promoções feitas pelas operadoras. Atualmente, muitas limitam essas ofertas a quem não é cliente. O consumidor deve ficar atento a uma eventual multa por mudança de plano.

– Operadora deve explicar melhor os contratos

As operadoras tem de deixar claro, por exemplo, se um valor inicial é ou não promoção e, caso seja, quando sobe e para quanto.

– Fim da cobrança antecipada

Os consumidores só podem ser cobrados por um serviço após utilizá-lo. Hoje, algumas operadoras fazem cobrança antecipada de serviços que serão prestados até o fim do mês. Com a mudança, o cliente que cancelar o serviço no meio de um mês só pagará o valor proporcional.

Além dessas cinco mudanças, em março de 2015 entram em vigor outras duas normas:

– Faturas antigas, contratos e histórico têm de ficar disponíveis na internet

As operadoras terão de disponibilizar em seus sites os contratos, as faturas de até seis meses atrás e o histórico de utilização de cada cliente, que poderá acessar e baixar as informações mediante uso de senha. Caso o consumidor rescinda o contrato, os dados poderão ser acessados até seis meses depois.

Gravações de atendimento e protocolos estarão disponíveis na internet

As operadoras também deverão disponibilizar em seus sites o histórico de demandas de cada consumidor nos últimos seis meses. O consumidor poderá solicitar as gravações de atendimentos feitos via central telefônica. Caso o contrato seja rescindido, os dados poderão ser acessados até seis meses depois.

Preços deverão ser apresentados de forma padronizada

Todas as operadoras terão de disponibilizar, de forma padronizada, os preços de seus serviços e as condições de oferta. O objetivo é facilitar a comparação de preços por parte do consumidor.

O regulamento dos direitos do consumidor de serviços de telecomunicação pode ser consultado no site da Anatel.

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Cão adota gatinho rejeitado pela mãe

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Quando Ichimi, uma filhote de gato foi rejeitada pela sua mãe, Jessiepon decidiu levá-la para casa. O que ela jamais poderia imaginar, é que seu Golden Retriever, Ponzu, iria adotar o filhote e criar uma relação de afeto impressionante.

Os dois brincam juntos o tempo todo, e Ponzu dorme junto com Ichimi, ajuda-a a se limpar, e cuida dela. É claro que uma amizade assim não poderia passar sem registros – a dona dos animais começou a fotografar essa amizade e publicar as fotos no seu Instagram. O resultado? Todo mundo se apaixonou pela história, assim como a gente.

Uma curiosidade – Jessiepon tinha adotado um outro gatinho antes, que tinha sido resgatado quando estava sendo atacado por um corvo. O gatinho morreu em agosto, deixando Ponzu sem o amigo. Agora o problema foi resolvido e todos parecem estar muito felizes!

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Brasil cai para penúltimo lugar em ranking mundial de qualidade da educação

O Brasil ficou em penúltimo lugar no ranking mundial de educação que comparou 40 países, levando em conta notas de testes e qualidade de professores, entre outros fatores.

A pesquisa foi realizada pela Economist Intelligence Unit (EIU), a pedido da Pearson, empresa que fabrica sistemas de aprendizado e vende seus produtos a vários países. Em primeiro lugar está a Finlândia, seguida da Coreia do Sul e de Hong Kong.

Os 40 países foram divididos em cinco grandes grupos de acordo com os resultados. Ao lado do Brasil, mais seis nações foram incluídas na lista dos piores sistemas de educação do mundo: Turquia, Argentina, Colômbia, Tailândia, México e Indonésia, país do sudeste asiático que figura na última posição.

Os resultados foram compilados a partir de notas de testes efetuados por estudantes desses países entre 2006 e 2010. Além disso, critérios como a quantidade de alunos que ingressam na universidade também foram empregados.

Os países que figuram no topo da lista valorizam seus professores e colocam em prática uma cultura de boa educação. No passado, muitos países temiam os rankings internacionais de comparação e alguns líderes se preocupavam mais com o impacto negativo das pesquisas na mídia, deixando de lado a oportunidade de introduzir novas políticas a partir dos resultados.

Entretanto, quando pesquisas do tipo começaram a ser divulgadas sistematicamente, esta cultura mudou. A Alemanha, por exemplo, se viu muito mais abaixo nos primeiros rankings Pisa (sistema de avaliação europeu) do que esperava. O resultado foi um profundo debate nacional sobre o sistema educacional, sérias análises das falhas e aí políticas novas em resposta aos desafios que foram identificados. Uma década depois, o progresso da Alemanha rumo ao topo dos rankings é visível para todos.

No ranking, os alemães figuram em 15º lugar. Em comparação, a Grã-Bretanha fica em 6º, seguida da Holanda, Nova Zelândia, Suíça, Canadá, Irlanda, Dinamarca, Austrália e Polônia.

Tidas como “super potências” da educação, a Finlândia e a Coreia do Sul dominam o ranking, e na sequência figura uma lista de destaques asiáticos, como Hong Kong, Japão e Cingapura.

Alemanha, Estados Unidos e França estão em grupo intermediário, e Brasil, México e Indonésia integram os mais baixos.

O ranking é baseado em testes efetuados em áreas como matemática, ciências e habilidades linguísticas a cada três ou quatro anos, e por isso apresentam um cenário com um atraso estatístico frente à realidade atual.

ANTONIO CARLOS LACERDA é Correspondente Internacional do PRAVDA.RU

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Detetives de alimentos: de salmão que não é salmão a remédios falsificados, startup mineira usa DNA para descobrir fraudes

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Trutas sendo vendidas como salmão, mussarela de búfala produzida com leite de vaca e até remédios sem o princípio ativo que consta na embalagem são fraudes que antes passavam despercebidas pelo governo e consumidores, mas hoje são descobertas com o uso de testes de DNA. Fundada pelo biólogo Daniel Cardoso de Carvalho, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a startup brasileira Myleus Biotechnology atua como uma detetive de alimentos, ajudando a evitar fraudes e até a salvar espécies ameaçadas.

O DNA Barcode, também chamado de “código de barras da vida”, é utilizado desde 2003, quando um grupo de pesquisadores canadenses provou que basta um único gene para diferenciar a maioria dos animais. A técnica funciona com o sequenciamento parcial de um pequeno segmento do DNA utilizado para comparar diferentes espécies.

“Se você extrair o DNA de um determinado peixe à venda no mercado, consegue descobrir se está mesmo comprando um bacalhau ou se trata de uma outra espécie”, explica Marcela Gonçalves Drummond, bióloga e presidente da startup. É possível saber também qual o tipo de carne usado em um hambúrguer ou numa lasanha. “A  pesquisa pode ser feita no supermercado, no restaurante e até depois que o alimento já foi frito ou cozido”.

Em 2010, uma investigação da Myleus levou à apreensão de uma carga de peixe dourado, espécie originária da bacia do Rio São Francisco cuja pesca é considerada predatória. O pescador alegava que os peixes eram da bacia do Rio Paraguai. Os pesquisadores da startup também já identificaram bacalhau, merluza, salmão e traíra falsos.

Casos mais graves envolvem fitoterápicos, remédios produzidos à base de plantas. Amostras daMaytenu silicifolia (espinheira santa), usada para problemas gastrointestinais, foram substituídas pela Zollernia ilicifolia, conhecida como falsa espinheira. O mesmo ocorreu com a Passiflora incarnata, nome científico do maracujá, considerado um calmante, trocado por outras espécies.

Criada em 2009, a startup passou pela Inova, a incubadora de empresas da UFMG. Está prevista para este ano a mudança para um laboratório próprio com o investimento de R$ 500 mil do fundo ligado à Fundep, gestora de projetos da universidade.

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