Hospital Emílio Ribas abre vagas para voluntários

Referência no tratamento de doenças infectocontagiosas, o Instituto de Infectologia Emílio Ribas está com inscrições abertas para seus 14 programas de humanização. É possível ler, dar aulas de artesanato e realizar massagens nos pacientes, por exemplo. São 200 vagas. Mais informações em: http://oesta.do/emilioribas.

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Como a música ajuda a exercitar o cérebro

Novas pesquisas mostram que tocar um instrumento pode ser uma ótima forma de se exercitar o cérebro. Tocar um instrumento pode ser essencial para melhorar sua memória, suas noções de matemática e para lidar melhor com mais de uma tarefa ao mesmo tempo.

Para chegar a essas conclusões, cientistas monitoraram a atividade cerebral de pessoas que estavam escutando música e pessoas que tocavam instrumentos. E descobriram uma altíssima movimentação em diferentes áreas do cérebro no caso dos ouvintes. Já no daqueles que tocavam, perceberam uma atividade ainda maior, exercitando o cérebro praticamente por completo.

Segundo o vídeo, aprender a tocar um instrumento envolve uma série de interações das atividades cerebrais. Para um músico, é necessário que o lado esquerdo (supostamente ligado à matemática e às exatas) funcione em sintonia com o lado direito (relacionado à criatividade e às artes) do órgão. Isso pode ser considerado marcante, já que a conexão entre ambos os lados é defasada para quem não pratica música.

Estudos comprovam, aliás, que músicos acessam às suas memórias por meio de “palavras-chave”, como tags relacionadas a certas emoções. Isso possibilita que consigam resolver problemas de maneira mais efetiva e criativa.

Fonte

5 idosos que fazem coisas que muitos jovens não chegam perto de conseguir

 

Adoramos ver crianças e adolescentes descobrindo seu lugar no mundo de forma precoce e muito talentosa. Mas temos o outro extremo, de pessoas que viveram uma vida toda, e que, por diversos motivos externos, não fizeram coisas que realmente sonhavam. Mas viram que nunca é tarde para começar.

A pessoa mais nova dessa lista tem ‘apenas’ 63 e o mais velho 103 anos. Conheça e inspire-se com essas 5 grandes pessoas:

1. Hal Lasko, 97 anos, faz obras de arte incrivelmente lindas usando o Paint.

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Em uma época em que o uso do software é ensinado antes de ensinar a desenhar, esse designer gráfico e tipógrafo nos dá uma bela lição. Ele faz pinturas com uma gama grande de detalhes usando uma ferramenta que muitos de nós abandonamos (e alguns abominam): o Microsoft Paint do Windows 95. Ele pinta um a um as cores em formato 8-bits, com ajuda do zoom ao máximo, pois tem sérios problemas de visão, mas tomando muito cuidado com luz e sombra dos desenhos. Ah, se quiser comprar alguma obra de arte dele, visite o site dele aqui.

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2. Margaret Leigh-Jones, 91 anos, DJ mais velha da Grã-Bretanha.

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Essa simpática senhora tem um programa de músicas antigas em uma rádio local de Hampshire, na Grã-Bretanha. Ela conta que entrou por acaso no mundo das rádios, antes apenas atendia telefonemas, e ouvia as histórias dos ouvintes, incluindo desilusões amorosas, histórias de guerra, e por ser muito simpática com os ouvintes, foi convidada a ter um programa próprio, onde ela toca músicas antigas que as rádios atuais não tocam mais, “Nem todo mundo quer ouvir os hits mais recentes, como One Direction, disse ela em entrevista ao jornal The News. Margaret ainda diz que se considera uma aprendiz, e os próprios ouvintes a avisam quando algo sai errado. Ela diz que o clima de trabalho é bom e que já fez muitos amigos – “o trabalho mudou minha vida”.

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3. Jim Henry, aprendeu a ler com 91 e publicou um livro aos 98 anos.

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Ele teve que largar a escola muito cedo para trabalhar e ajudar a família no sustento: aos 18 anos se mudou para Stonington Borough (EUA) e se tornou capitão de um navio de pesca de lagosta. Ao longo dos anos foi escondendo seu analfabetismo com truques do tipo fazer o mesmo pedido da mesa ao lado nos restaurantes. A única coisa que conseguia reconhecer eram as letras que formavam seu nome, mas tudo mudou quando conheceu a história do neto de escravos, que aprendeu a ler e a escrever aos 98 anos, e ainda conseguiu um diploma.

Jim então começou a ver livros para principiantes, aprender as letras do alfabeto, e rapidamente começou a formar as primeiras palavras, e sete anos depois publicou seu primeiro livro chamado “In a Fisherman’s Language”, uma auto-biografia, onde conta suas aventuras durante décadas de trabalho no mar. Ele, infelizmente, faleceu no início desse ano, mas teve a felicidade de ver seu livro publicado e de autografá-lo a todos que pediam. Com certeza deixou um grande legado, e um aprendizado inigualável para todos nós.

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4. Mary Hvisda, 63 anos, toca bateria incrivelmente bem.

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“Grandma Drummer” é como ela foi carinhosamente apelidada, depois que entrou em uma loja em  Wisconsin (EUA) e foi filmada arrebentando na bateria e deixando muito marmanjo pra trás. Ela disse que começou a tocar aos 15 anos, e seguiu em bandas até meados dos anos 90, quando acabou desistindo por não ter mais banda para tocar, e posteriormente vendeu sua última bateria. Mas sua paixão nunca acabou, ela adora ir nas lojas de instrumentos musicais e tocar um pouco para matar a saudade, e sai satisfeita. Mas como a filmaram, e seu vídeo viralizou na internet, ela ganhou notoriedade e o dono da loja do vídeo em questão acaba de presenteá-la com um conjunto de baterias eletrônicas. Vejam só o som que essa vovó tira na batera:

 

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5. Fauja Singh, de 102 anos, é maratonista, e não imagina a vida sem treinar.

Em uma idade em que poucas pessoas chegam e ainda mais com essa disposição, o indiano Fauja se tornou bastante conhecido mundialmente, quando, aos 100 anos de idade disputou a maratona de Toronto, no Canadá – 42km percorridos em pouco mais de 8 horas. Mas quem acha que ele é corredor desde sempre, se engana, já que ele teve um problema de nascença que o impediu de andar até os cinco anos de idade, e só descobriu a maratona nos anos 2000, quando perdeu sua esposa e um dos filhos e se mudou para a Inglaterra, onde encontrou na corrida uma forma de ‘trazê-lo’ de volta à vida, fazendo-o esquecer dos traumas e tristezas. Segundo Fauja, isso lhe trouxe uma paz de espírito inabalável: “Quando me vi correndo, foi como conhecer o próprio Deus. Continuo correndo desde então”.  Testes médicos feitos quando ele tinha 99 anos de idade, mostrou que clinicamente ele tinha a saúde de um homem de 40. O segredo? Humor. “A vida é um desperdício sem humor – o que preciso para viver é felicidade e alegria.”

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No vídeo abaixo, o indiano fala aos jornalistas que não vai mais disputar maratonas, mas vai continuar treinando normalmente, correndo 16km diariamente:

Depois de ver essas 5 fabulosas histórias, fica aqui encerrado qualquer argumento de que você está velho demais para fazer algo, ou que não tem disposição porque “já passou dos 30″. E que tenhamos um pouco dessa gana de viver e aprendamos o que essas pessoas mostraram pra gente.

50 frases clássicas de escritores célebres

Revista Bula

Seguindo a ideia de um ensaio com frases de personalidades históricas, publicado pelo jornal inglês “The Observer”,  esta publicação reune 50 frases célebres de escritores de díspares perfis, nacionalidades e épocas — de Shakespeare a Guimarães Rosa, inclusive frases fictícias, que foram emprestadas às personagens e obras por intermédio de seus criadores, como os casos de “O horror! O horror!”, últimas palavras do capitão Kurtz antes de morrer, do livro “O Coração das Trevas”, de Joseph Conrad; ou “Todas as famílias felizes se parecem; cada família infeliz é infeliz à sua maneira”, trecho inicial de “Anna Kariênina”, de Tolstói. Além de frases fictícias, há também frases retiradas de entrevistas, textos ensaísticos e biografias, como a célebre “Luz, mais luz” que teria sido as últimas palavras do poeta alemão Johann Wolfgang Goethe. Abaixo, em ordem de alfabética, as 50 frases escolhidas, sem repetir autores.

“Não vemos as coisas como elas são, mas como nós somos.” – Anaïs Nin
“A moral é a debilidade do cérebro.”- Arthur Rimbaud
“O que realmente deixa um homem lisonjeado é o fato de você o considerar digno de adulação.” – Bernard Shaw
“Há livros escritos para evitar espaços vazios na estante.” – Carlos Drummond de Andrade
“Respirar é uma doença!” – Charles Bukowski
“Engolimos de uma vez a mentira que nos adula e bebemos gota a gota a verdade que nos amarga.” – Denis Diderot
“Políticos e fraldas devem ser trocados de tempos em tempos pelo mesmo motivo.”- Eça de Queiróz
“Felicidade em pessoas inteligentes é a coisa mais rara que conheço.” – Ernest Hemingway
“Não me venham com conclusões! A única conclusão é morrer.” – Fernando Pessoa
“A mentira é o único privilégio do homem sobre todos os outros animais.” – Fiódor Dostoiévski
“Ninguém pode ser sábio de estômago vazio.” – George Eliot
“Em tempos de embustes universais, dizer a verdade se torna um ato revolucionário.” – George Orwell
“Algo deve mudar para que tudo continue como está.” – Giuseppe Tomasi di Lampedusa
“Tenha cuidado com a tristeza. É um vício.” – Gustave Flaubert
“Não há mentira pior do que uma verdade mal compreendida por aqueles que a ouvem.” – Henry James
“É permissível a cada um de nós morrer pela sua fé, mas não matar por ela.” – Hermann Hesse
“É pecado pensar mal dos outros, mas raramente é engano.” – H. L. Mencken
“É tão absurdo dizer que um homem não pode amar a mesma mulher toda a vida, quanto dizer que um violinista precisa de diversos violinos para tocar a mesma música.” – Honoré de Balzac
“Os criacionistas fazem com que uma teoria pareça uma coisa que se inventou depois de beber a noite inteira.” – Isaac Asimov
“A verdadeira função do homem é viver, não existir.” – Jack London
“A única exigência que faço aos meus leitores é que devem dedicar as suas vidas à leitura das minhas obras.” – James Joyce
“Quem é que quer flores depois de morto?” – J. D. Salinger
“A democracia é um erro estatístico, porque na democracia decide a maioria e a maioria é formada de imbecis.” – Jorge Luis Borges
“Viver é negócio muito perigoso.” – João Guimarães Rosa
“Luz, mais luz.” – Johann Wolfgang von Goethe
“O horror! O horror!” – Joseph Conrad
“Um pouco de desprezo economiza bastante ódio.” – Jules Renard
“Ser valente é muito mais fácil do que ser homem.” – Julio Cortázar
“O ciúme é um latido que atrai cães.” – Karl Kraus
“Humanista é uma pessoa com grande interesse pelos seres humanos. Meu cachorro é humanista.” – Kurt Vonnegut
“Todas as famílias felizes se parecem; cada família infeliz é infeliz à sua maneira.” – Liev Tolstói
“A solidão é a mãe da sabedoria.” – Laurence Sterne
“Estar sozinho é treinarmo-nos para a morte.” – Louis-Ferdinand Céline
“Assim é, se lhe parece”. – Luigi Pirandello
“Para os peixinhos do aquário, quem troca a água é Deus.” – Mario Quintana
“Aquele que lê maus livros não leva vantagem sobre aquele que não lê livro nenhum.” – Mark Twain
“Não há regra sem exceção.” – Miguel de Cervantes
“Toda mulher gosta de apanhar.” – Nelson Rodrigues
“Quanto mais sublimes forem as verdades mais prudência exige o seu uso; senão, de um dia para o outro, transformam-se em lugares comuns e as pessoas nunca mais acreditam nelas.” – Nikolai Gógol
“Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.” – Oscar Wilde
“Qual é a tarefa mais difícil do mundo? Pensar.” – Ralph Waldo Emerson
“A política talvez seja a única profissão para a qual não se julga necessária uma preparação.” – Robert Louis Stevenson
“Quando uma pessoa sofre um delírio, se chama loucura. Quando muitas pessoas sofrem um delírio, isso se chama religião.” – Robert M. Pirsig
“Não há nenhum pensamento importante que a burrice não saiba usar, ela é móvel para todos os lados e pode vestir todos os trajes da verdade.” – Robert Musil
“Respirei fundo e escutei o velho e orgulhoso som do meu coração. Eu sou, eu sou, eu sou.” – Sylvia Plath
“Nada inspira mais coragem ao medroso do que o medo alheio.” –
Umberto Eco
“Nossa existência não é mais que um curto circuito de luz entre duas eternidades de escuridão.” – Vladimir Nabókov
“A gargalhada é o sol que varre o inverno do rosto humano.” – Victor Hugo
“Devemos julgar um homem mais pelas suas perguntas que pelas respostas.” – Voltaire
“A vida é uma história contada por um idiota, cheia de som e de fúria, sem sentido algum.” – William Shakespeare

Fonte

“Orelha de Livro”: compartilhe com o mundo o que está na sua imaginação

Camila Garófalo em 8 de julho de 2013 às 0:43

 

Foto: Conheça a rede social “Orelha de Livro”, que permite compartilhar no Facebook os seus livros preferidos com seus amigos http://ow.ly/mSrMV

Para quem quer compartilhar com o mundo o seu livro de cabeceira, há uma oportunidade. A rede social “Orelha de Livro” permite compartilhar no Facebook os seus livros preferidos com seus amigos. Indique novas obras e comente sobre o que está lendo.

Monte sua biblioteca virtual com os livros que já leu, está lendo, ou que pretende ler. Siga os autores mais influentes e não perca as novidades de seus trabalhos. No ar desde julho de 2012, o aplicativo conta atualmente com mais de 90 mil usuários.

Acesse: http://www.orelhadelivro.com.br/

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