Dia de Espiritualidade 2015

A Lareira convida a todos para o Dia de Espiritualidade 2015.

Tema: Misericórdia de Deus

Data: 24/11/2015

Confirme sua presença até 19/11/2015 das 13h30 às 17h30.

Horário: 09h00 às 16h00

Missa em Ação de Graças em comemoração dos 69 anos da Lareira Instituição.

Local: Lareira Instituição

Dia de Espiritualidade 2015

Anúncios

Meriam Ibrahim foi condenada à morte por ser cristã no Sudão, onde impera a lei islâmica

10171727_913533708661692_2552757737842968967_n

Meriam Ibrahim, uma sudanesa de 27 anos, foi condenada à forca por um tribunal de Cartum. O crime? Adultério e apostasia, ou seja, renúncia à sua fé. Ela é filha de pai muçulmano e mãe cristã ortodoxa. Quando tinha 5 anos, o pai sumiu e Meriam foi criada como cristã. Adulta, casou com um cristão – daí o adultério. Sim, você leu bem.

Mas tem mais. Como a ré está grávida de oito meses, o juiz bancou o Salomão: Meriam dará à luz, e depois será executada. Pouco antes da forca, receberá cem chibatadas.

A sharia, a lei islamita que rege a jurisprudência nas teocracias maometanas, foi introduzida no Sudão em 1983. No ano passado, a Anistia Internacional denunciou que duas sudanesas de 23 anos foram condenadas a morrer lapidadas por adultério. Independentemente da fé dos cidadãos, os atos considerados “indecentes” ou “imorais” podem implicar flagelação ou amputações.

Na semana passada, enquanto universitários se manifestavam em Cartum contra a condenação de Meriam, conservadores celebravam a sentença: “Alá é grande” – e recordavam que a ré foi denunciada pelo próprio irmão. O advogado de Meriam entrou com recurso, confiando nas discrepâncias entre a sharia e a Constituição sudanesa.

No Irã, foi uma página do Facebook que suscitou um piti nos tietes daquilo que alguns chamam de “islamofascismo”. No início do mês, a iraniana Masih Alinejad postou uma foto dela sorrindo sem o hijab, com a hashtag #minhafurtivaliberdade. No Irã, uma mulher em público sem o véu significa cem chibatadas e dois meses de prisão.

Masih não previu a resposta torrencial que a obrigou a criar, dias depois, uma página para aquilo que tinha virado um movimento. Dezenas de milhares de mulheres aderiram – a página atingiu 300 mil integrantes. De Persépolis a Teerã, iranianas desataram a postar fotos sem o lenço, em locais ermos como dunas do deserto. Uma tirou o lenço e sacudiu a juba diante do gabinete do aiatolá Khamenei, o líder espiritual do país.

Jornalista, Masih foi presa no exercício da profissão, agredida fisicamente e alvo de campanhas de difamação. Como disse ao Guardian, “não se trata só da polícia da moralidade. Uma mulher que se rebele mesmo furtivamente se arrisca a perder o emprego e o apreço de parentes e colegas”. Não deu outra: o pai cortou relações ao saber do Facebook. Masih se exilou em Londres – será presa se regressar ao Irã.

A represália do regime pegou pesado. Na semana passada, a página #minhafurtivaliberdade foi hackeada por esbirros do governo. Um certo Hadi Sharifi, que se define como “ativista da mídia”, deu entrevista à agência Tasnin, publicada na página. Cuspiu marimbondos: “Masih é agente da CIA e aquelas que ‘curtiram’ a iniciativa sofrerão as consequências”. E concluiu: “Os homens iranianos têm o direito de estuprar as mulheres sem véu, já que elas circulam praticamente nuas”.

Masih deu o troco e inaugurou uma nova página, com a mensagem: “Vocês podem hackear páginas, mas não nossa liberdade”. Só faltou publicar a mais comum maldição do mundo árabe: “Que as pulgas de mil camelos infestem seus sovacos!”

A crispação continua vulcânica. Na terça, quatro jovens sem véu foram presas em Teerã, por divulgarem um vídeo intitulado Happy. Nele, elas dançam a canção homônima de Pharrell Wiliams, para celebrar o Dia Internacional da Felicidade. O vídeo teve 30 mil visualizações. Hossein Sajedinia, chefe da polícia iraniana, estrilou: “Nossa querida juventude deve evitar pessoas dessa laia, como atores e cantores.” Na quinta, as detidas foram libertadas – cada uma terá de pagar uma multa equivalente a R$ 30 mil.

A proibição da cabeça descoberta das mulheres ecoa tabus não exclusivamente muçulmanos. Também no Ocidente a cabeleira feminina já simbolizou ambivalências equívocas. Por exemplo, com Rapunzel, dos irmãos Grimm. Fechada numa torre para a preservação de sua virgindade, ela dá no pé descendo por suas próprias tranças.

Outro mito sugestivo é o da Medusa, beldade cujo cabelo é composto por serpentes, e que transforma em pedra os homens que a contemplam. Num ensaio póstumo (Medusenhaupt), Freud rumina que a cabeça da Medusa, com seus cabelos venenosos, fornece “o símbolo supremo da castração.” Não admira que, no Irã teocrático, o véu corresponda a uma exclusão do cabelo – e seja das carecas que eles gostem mais.

Como demonstrou o vídeo Happy, as cabeças descobertas das iranianas configuram uma espécie de anti-black block. Enquanto estes ocultam o rosto para promover a depredação, a ira e o anonimato, elas tiram o véu para reverenciar a identidade, a alegria e a liberdade. E, eventualmente, invocar Santo Agostinho: “Deus, dai-me a castidade – mas não já”

Fonte

Papa Francisco diz que celibato pode mudar

internacional-papa-francisco-20130314-04-size-598

O papa Francisco disse nesta terça-feira, 27, que as regras do celibato clerical podem mudar e admitiu a possibilidade de a Igreja ter novos papas eméritos, a exemplo de Bento XVI, que renunciou ao trono de Pedro em 2013. A declaração foi dada a jornalistas durante o voo de retorno a Roma depois da visita à Terra Santa.

“Eu farei o que o Senhor me disser para fazer: orar e buscar a vontade de Deus. Creio que Bento XVI não seja um caso único. Haverá outros ou não? Só Deus sabe, mas essa porta está aberta”, afirmou o papa ao ser questionado se tomaria a mesma decisão que seu antecessor caso sentisse um dia não ter mais forças para exercer o papado.

“Há 70 anos não havia bispos eméritos. O que ocorrerá com os papas eméritos? Creio que devemos ver Bento XVI como a uma instituição que abriu uma porta: a dos papas eméritos”, disse Francisco após a visita de três dias pelo Oriente Médio com uma agenda repleta de encontros e riscos à segurança. “Creio que o papa que sente que suas forças diminuem deve se fazer as mesmas perguntas que se fez o papa Bento XVI.”

Durante a viagem, Francisco se encontrou com o patriarca ortodoxo grego de Constantinopla, Bartolomeu I, na Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém. Durante a entrevista, Francisco foi questionado sobre o que se podia aprender com os ortodoxos, “por exemplo, sobre o celibato”. Francisco lembrou que a Igreja Católica tem padres casados. “Existem no rito oriental. O celibato não é um dogma de fé, é uma regra de vida que eu aprecio muito e creio que seja um dom para a Igreja.”

Em seguida, o papa deixou claro que mudanças podem ocorrer na regra que permanece válida para a maioria dos sacerdotes do Ocidente desde o Concílio de Trento, no século 16. “Não sendo um dogma de fé, sempre está a porta aberta.”

Unidade. Em seguida, o papa disse que não tratou do celibato com o patriarca ortodoxo. O papa Bergoglio revelou que o tema da conversa com o líder cristão oriental foi a unidade entre as duas igrejas, o que, segundo Francisco, não se constrói em um congresso de teologia.

Para caminhar em direção a essa unidade, Francisco citou a necessidade de resolver “o problema da data da Páscoa”, pois muitos ortodoxos vão à Igrejas católicas e vice-versa. “Conversamos sobre o concílio pan-ortodoxo para que se faça algo sobre a data da Páscoa. Porque há uma situação um pouco ridícula: Quando ressuscitou teu Cristo? O meu na semana que vêm. E o meu, em vez disso, na semana passada. A data da Páscoa é um símbolo de unidade.”

Por fim, ao ser perguntado sobre as expectativas que seu papado despertava, como mudanças na exclusão da comunhão dos divorciados que decidem se casar novamente, o papa lembrou que o Sínodo de outubro próximo será “sobre a família, seus problemas, suas riquezas e a situação atual”.

“Não me tem agradado que muitas pessoas, até dentro da Igreja, tenham dito: “o Sínodo servirá para dar a comunhão aos divorciados que votaram a se casar, como se tudo se reduzisse à casuística: se poderá ou não dar a comunhão? Sabemos que a família hoje está em crise e essa é uma crise mundial. Os jovens não querem casar. É preciso estudar os procedimentos de nulidade matrimonial, estudar a fé com que uma pessoa se aproxima do matrimônio. É preciso, no entanto, esclarecer que os divorciados não estão excomungados… E muitas vezes eles são tratados como se estivessem.”

Fonte

Obama e papa lideram popularidade no Twitter

O mundo real ficou pequeno para Barack Obama e o papa Francisco, que são os líderes no mundo virtual do Twitter, que se transformou em um elemento chave para se atingir o público. Obama e o papa são os reis do que um estudo publicado nesta quarta-feira, 24, em Genebra, chamado de “Twiplomacia”.  Já a presidente Dilma Rousseff é citada no estudo como exemplo de mal uso da rede social por ter abandonado o Twitter depois da eleição em 2010 (mais informações abaixo).

O presidente americano é o líder indiscutível dessa rede social, em que sua conta particular (@BarackObama) – com mais de 33 milhões de seguidores – é a mais seguida do mundo, diz o relatório “Twiplomacy 2013″ publicado em Genebra pela empresa de relações públicas Burson-Marsteller.

O domínio da política americana no mundo não para por aí. A conta da Casa Branca (@WhiteHouse) – com quatro milhões de seguidores – é a terceira mais seguida do planeta.

No entanto, apesar de as contas serem seguidas por um terço dos líderes políticos e governos do mundo, Obama não utiliza o Twitter para estabelecer conexões com seus colegas.

“A conta @BarackObama só segue os primeiros-ministros da Noruega, Jens Stoltenberg, e da Rússia, Dmitri Medvedev. @WhiteHouse só segue três líderes mundiais”, afirmou o relatório.

A grande revelação de 2013 foi a utilização do Twitter por parte do máximo representante da Igreja Católica, com a qual tentou dar uma reviravolta nas formas tradicionais da instituição para transmitir sua mensagem.

O perfil @Pontifex, com mais de nove contas em diferentes idiomas, foi aberto em dezembro do ano de 2012 sob o pontificado de Bento XVI; agora, a cargo do papa Francisco, passou a ser a segunda mais seguida do mundo com sete milhões de seguidores.

Além disso, a conta do papa é uma das mais influentes do mundo e seus tweets são retuitados em média 11 mil vezes; enquanto os de Obama são apenas retuitados em média 2.300 vezes, mesmo com cinco vezes mais seguidores.

Em relação ao número de seguidores, em quarto e quinto lugar estão o presidente da Turquia, Addullah Gül, e o primeiro-ministro desse país, Recep Tayyip Erdogan, cada um com mais de 3,4 milhões de seguidores.

Por outro lado, o estudo mostra que mais de três quartos dos líderes mundiais possuem uma conta no Twitter (77,7%) e entre eles, dois terços (68%) estabelecem conexões mútuas com seus colegas.

Brasil.  O estudo também trata do Brasil e cita o perfil da presidente Dilma Rousseff como um exemplo de mal uso das redes sociais. A pesquisa afirma que a experiência de Dilma no Twitter foi apenas uma “aventura”. A presidente, diz o estudo, “é o exemplo perfeito de como os líderes mundiais descobrem o Twitter durante a campanha de eleição e depois abandonam seus seguidores depois que eles os elegem”.

Segundo o estudo, a presidente tinha 200 mil seguidores quando foi eleita em novembro de 2010 e seu último tweet (mensagem) é de dezembro do mesmo ano. “Hoje ela tem mais de 1,8 milhão de seguidores embora não tenha enviado um único tweet desde então”, diz o estudo.

“O seu último tweet, republicado mais de 6 mil vezes diz: ‘Muito legal ser tão lembrada no twitter em 2010. Logo eu,que tive tão pouco tempo p/estar aqui c/vcs. Vamos conversar mais em 2011.’ Seus seguidores ainda estão esperando o restante da discussão…”, afirma o estudo.

Mais seguidos. Entre os líderes mais conectados com outras figuras políticas se destacam o ministro das Relações Exteriores da Suécia, Carl Bildt, seguido pelo Serviço Europeu de Ação Exterior e pelos ministérios das Relações Exteriores de Polônia, Reino Unido e França.

Por outro lado, o primeiro-ministro de Uganda, Amama Mbabazi, é um dos que mais estabelece o diálogo na rede social e responde a 96% dos tweets que o mencionam.

“O documento ilustra como o Twitter e os meios de comunicação social se transformaram em uma parte importante da comunicação dos governos”, declarou o diretor-geral da Burson-Marsteller para Europa, Oriente Médio e África, Jeremy Galbraith.

Apesar da importância que os líderes políticos dão para a comunicação nas redes sociais, ainda continuam utilizando essa plataforma de forma majoritariamente unidirecional. Um total de 42 contas entre as 505 analisadas de 153 países diferentes não seguem nenhum outro perfil do Twitter.

Fonte

‘Jesus foi precursor do Twitter’, diz cardeal

Em conferência com empresários italiana, Gianfranco Ravasi disse que Cristo soube usar frases curtas e essenciais

O cardeal e presidente do Conselho Pontifício para a Cultura do Vaticano Gianfranco Ravasi disse, em encontro com empresários da imprensa italiana, que Jesus foi o primeiro usuário de Twitter do mundo.

“Suas frases eram curtas, com menos de 45 caracteres, mas cheias de significado. É o caso de ‘amai-vos uns aos outros’, por exemplo”, explicou o cardeal.”Um pouco como a televisão faz hoje em dia, Cristo transmitia mensagens através de histórias e símbolos”.

Além disso, o cardeal ressaltou a importância da Igreja fazer uso da comunicação digital.

“Se um padre ou clérigo não estiver interessado na comunicação, eles estão desprezando seu dever, que é o de levar a palavra adiante”, disse Ravasi, que é um usuário ativo do Twitter, com cerca de 56 mil seguidores.

Seu perfil é recheado de citações da Bíblia e de pensadores – de Shakespeare ao intelectual canadense Marshall McLuhan.

O Papa Francisco I, por sua vez, conta com 3 milhões de seguidores, mas é bem menos conectado que Ravasi, focando sua atenção em entrevistas para a mídia tradicional, com direito a longas cartas publicadas na imprensa italiana.

Fonte

‘Internet é um dom de Deus’, diz Papa Francisco

Chefe da Igreja Católica falou dos benefícios da redes sociais, mas fez ressalvas à velocidade das informações na web

papa-selfie590

CIDADE DO VATICANO – O papa Francisco louvou  o uso das novas tecnologias como as redes sociais e a internet para se comunicar, inclusive para a Igreja, mas alertou de alguns perigos que a rede facilita, como a “exclusão” e “a manipulação”.

“Não tenham medo de serem cidadãos do mundo digital”, pediu o papa Francisco à Igreja e acrescentou inclusive que a internet “é um dom de Deus”, em sua mensagem para a Jornada das Comunicações Sociais, apresentado hoje pelo Vaticano.

A mensagem deste ano leva o título de “Comunicação ao Serviço de uma Autêntica Cultura do Encontro” e significa uma bênção de Francisco às novas tecnologias da comunicação.

“A internet pode oferecer maiores possibilidades de encontro e de solidariedade entre todos; e isso é algo bom, é um dom de Deus”, disse.

Francisco começou sua mensagem lembrando que apesar de que o mundo está ficando cada vez “menor” graças aos transportes e às novas tecnologias da comunicação, “na humanidade ainda há divisões, às vezes muito marcadas” como “a escandalosa distância entre o luxo dos mais ricos e a miséria de os mais pobres”.

Diante disso, Francisco destacou como os meios de comunicação podem ajudar a perceber “um renovado sentido de união da família humana que nos impulsione à solidariedade e ao compromisso sério por uma vida mais digna para todos”.

Mas o papa argentino também destacou que há “aspectos problemáticos” na era das novas comunicações, como “a velocidade com que chegam as informações, que supera nossa capacidade de reflexão e de julgamento, e não permite uma expressão medida e correta”.

Fonte