Lareira prepara semana de atividades para comemorar o Dia do Idoso

Para comemorar o Dia do Idoso a Lareira preparou uma programação especial de atividades, que acontecerão entre os dias 6 e 10 de outubro a partir das 14 horas.

Confira a programação e participe!

Folheto Dia do Idoso 2014

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Tempo de espera em pronto-socorro e UPA não pode superar duas horas

Publicado em 17 de setembro de 2014,8:35

Agência Brasil

O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou em 16/09/2014 resoluções que normatizam o trabalho dos médicos em urgência e emergência de prontos-socorros em hospitais e de unidades de Pronto-Atendimento (UPAs). As resoluções 2.077 e 2.079, publicadas no Diário Oficial da União, passam para os gestores da saúde a responsabilidade sobre problemas como falta de leitos e demora no atendimento. Elas também estabelecem fluxos, limites, obrigações e responsabilidades de médicos que trabalham em urgência e emergência.

“É um sistema que está em constante caos, mas o caos tem uma ordem natural e as pessoas tentam atender o risco que está em maior intensidade, mas é preciso ter caminhos adequados e a resolução mostra esses caminhos. É preciso que haja, no mínimo, orientações normativas para o fluxo do atendimento nas urgências e emergências”, disse o vice-presidente do CFM, Carlos Vital.

Entre as determinações está o tempo mínimo em que uma pessoa precisa ser atendida nos prontos-socorros e nas UPAs. Segundo a resolução, o atendimento precisa ser imediato no serviço de triagem e classificação de risco e, após esse processo, o paciente de médio risco tem que ser atendido em, no máximo, duas horas.

Para o coordenador da Câmara Técnica de Urgência e Emergência do CFM, Mauro Ribeiro de Britto, a resolução protege o bom médico que trabalha em urgência e emergência. “Apesar de reforçar as atribuições e responsabilidades do plantonista, hoje o médico que trabalha em pronto-socorro no Brasil não tem a quem recorrer naquela situação de caos. Agora, ele pode recorrer ao coordenador técnico do pronto-socorro ou ao diretor técnico para que esses dois profissionais possam encaminhar as denúncias aos gestores e ao Conselho Regional de Medicina. A partir daí o gestor é responsável e essa responsabilidade deve ser cobrada pelo Ministério Público”, disse Ribeiro.

Segundo Britto, a resolução não pretende aumentar o número de denúncias nem confrontar os gestores. “A ideia é dar um rumo na discussão para a solução dos problemas de urgência e emergência no Brasil. É necessário que os governos implantem políticas públicas, para que a gente possa, a médio e a longo prazo, resolver esse difícil problema na assistência à saúde dos brasileiros”, disse o coordenador.

As resoluções também determinam o limite máximo de tempo de permanência dos pacientes nesses locais de atendimento, que deve ser 24 horas. Após esse prazo, a pessoa deverá ter alta, ser internado ou transferido. Também está especificado que o médico plantonista informe sobre a falta de vagas em UTI, sobre condições inadequadas de atendimento, superlotação e falta de especialistas no atendimento de retaguarda.

O profissional também deve acionar o coordenador-técnico do pronto-socorro ou o diretor técnico quando o serviço receber pacientes na condição de falta de vaga, um recurso para atendimento dos pacientes com risco de morte ou sofrimento mesmo sem vaga na unidade, mas que, segundo o CFM, é uma prática cotidiana.

Outro ponto do documento diz que todo paciente deve ser obrigatoriamente atendido por um médico, não podendo ser dispensado da unidade de atendimento por outro profissional. Assim como torna obrigatória a passagem de plantão médico pelo médico, para que o profissional que está assumindo tome conhecimento do quadro clínico dos pacientes.

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Presos tomam conta de idosa de 102 anos no Rio Grande do Sul

Na década de 1940, Maria Ribeiro da Silva Tavares foi voluntária no Presídio Central de Porto Alegre. Aos 24 anos, após perder o marido, a assistente social convenceu a diretoria da instituição a dar abrigo a 36 presos.

438228-970x600-1-910x562Aos primeiros detentos, Maria concedeu um privilégio antes que iniciassem o trabalho que ela conseguiu para todos em obras da prefeitura: eles poderiam visitar a família, desde que voltassem ao final da tarde. Todos voltaram.

Anos mais tarde, Maria fundou o Patronato Lima Drumond com a herança de viúva e a ajuda dos detentos, segundo reportagem do blog Brasil, da Folha de S. Paulo. Aos longo dos anos, a assistente social passou a ser protegida pelos presos: tornou-se a única autorizada por eles a entrar na cadeia para mediar rebeliões.

Maria completa 103 anos em novembro de 2014 e continua morando no local em que 63 homens – a quem chama de “anjos” – condenados por tráfico de drogas e homicídio cumprem pena em regime semiaberto.

O Patronato Lima Drumond funciona em parceria com o Estado. De acordo com a reportagem, dos 1.478 estabelecimentos penais do país, apenas 16 tem esse formato.

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PESSOA OU OBJETO? ANIMAÇÃO PREMIADA QUESTIONA OS MODELOS DE TRABALHO ATUAIS

Já passou da hora de revermos os meios de trabalho, que se baseiam num modelo que não mais acompanha a evolução da sociedade e das grandes cidades. É hora de também refletir sobre a qualidade e condições de vida a que os trabalhadores estão sujeitos diariamente.

A animação El Empleo (“O Trabalho”), do argentino Santiago Bou Grasso e do estúdio OpusBou, foi lançada em 2008 para questionar e propor uma reflexão sobre as relações de trabalho atuais. Em 7 minutos, e sem precisar de diálogo, o curta retrata a cansativa rotina de milhões de pessoas.

Num mundo corporativo onde pessoas são meramente utilizadas como objetos, suscetíveis a constante substituição e consequentemente com medo disso, os funcionários são retratados no desenho através de um homem que diariamente busca ânimo para se levantar e seguir rumo às suas atividades cotidianas.

A animação de tema simples e melancólico conquistou mais de 100 prêmios internacionais com sua crítica ao sistema. Uma maneira legítima de demonstrar como podemos ser escravos das vontades alheias e como a falta de ação não gera reação alguma na busca por nossos objetivos,  até o fim de nossas vidas.

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Alzheimer: veja vídeo em que mãe lembra o nome da filha

Kelly Gunderson é filha de uma de senhora de 87 anos – portadora de Alzheimer – que já há algum tempo está com a memória debilitada. Por alguns instantes ela se recordou do nome da filha que, por sua vez, ficou emocionada com a situação. “Eu não te dei o nome de Kelly?”, perguntou a senhora para a filha.

O vídeo é bem curto e está em inglês, mas mesmo assim é impossível não se emocionar!

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Terráreos criativos para se inspirar

Terrários são micro jardins criados em diferentes recipientes como potes de vidro, canos de PVC e até mesmo lâmpadas descartadas.

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Com o interior carregado de pedras, carvão, terra e espécies como cactus e suculentas, que não necessitam de muita rega, elas são uma ótima opção para quem não tem muito tempo para o cultivo de plantas ou espaço.

Neste link você pode se inspirar com os 43 exemplos super criativos e fáceis de fazer. 

Animação comovente ajuda a compreender a depressão

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A depressão atinge cerca de 350 milhões de pessoas em todo o mundo e não tem preconceito: homens, mulheres, crianças, velhos, jovens, ricos e pobres, todos podem ser afetados por ela.

Apesar de afetar tantas pessoas, o preconceito e a falta de estratégias de prevenção faz com que apenas 10% com o problema tenham acesso ao tratamento.

A OMS (Organização Mundial da Saúde), em parceria com o escritor e ilustrador Matthew Johnstone, produziu uma animação que mostra de forma simples e direta o que é a depressão e, o mais importante, como é possível se livrar dela.

Usando a metáfora do “grande cão negro”, que é utilizada desde o século 16, o vídeo explica alguns dos sintomas e como a depressão prejudica a vida de uma pessoa. O diálogo, a aceitação, o tratamento e até mesmo o exercício físico são grandes aliados na missão de transformar a assustadora fera em cão domesticado, por mais impossível que isso, às vezes, possa parecer.

A figura de um cão preto foi usada pelo escritor inglês Samuel Johnson, em 1780, para descrever sua própria depressão e popularizada primeiro-ministro britânico Sir Winston Churchill, que também enfrentou o problema.


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