Papa Francisco diz em missa que a avareza destrói as pessoas

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O papa Francisco disse na última segunda-feira 21 de outubro que ao mesmo tempo em que o dinheiro pode servir para realizar coisas boas, a avareza “destrói as pessoas, as famílias, a sociedade e a fraternidade humana”.

O pontífice fez a declaração na missa que realizou na capela da Casa Santa Marta, onde vive no Vaticano. Francisco lamentou o grande número de famílias que se viram destruídas por problemas de dinheiro com enfrentamentos de “irmão contra irmão e pai contra filho”.

“O dinheiro pode ser útil para fazer coisas boas. O apego ao dinheiro, por outro lado, destrói a fraternidade humana e corrompe as pessoas”, disse o pontífice.

O papa lembrou, além disso, as doutrinas da parábola do homem rico: “o que destrói é a avareza, o querer ter cada vez mais”.

Francisco afirmou que a avareza leva “à idolatria”, destruindo as relações com os demais e corrompendo o homem porque “faz com que todas as ações que realiza se realizem em função do dinheiro”.

“A avareza é um instrumento da idolatria, porque avança pelo caminho contrário ao que fez Deus conosco”, disse Francisco, acrescentando que este é o motivo pelo qual “Jesus diz coisas duras contra o apego ao dinheiro”.

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Papa Francisco convida fiéis a rezar com insistência

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“A luta contra o mal é dura e longa, requer paciência e resistência (…) Assim há uma luta que deve ser levada avante todos os dias. Deus está ao nosso lado, a fé n’Ele é a força, e a oração é a expressão da fé”.

O Papa observa: “Clamar dia e noite” a Deus! Mas vamos nos perguntar: por que Deus quer isso? Ele já não conhece as nossas necessidades? Que sentido tem “insistir” com Deus? Esta é uma boa pergunta, que nos faz aprofundar um aspecto muito importante da fé: Deus nos convida a rezar com insistência não porque não sabe do que precisamos, ou porque não nos ouve. Pelo contrário, Ele ouve sempre e sabe tudo sobre nós, com amor.

No nosso caminho cotidiano, – continuou o Papa Francisco, especialmente nas dificuldades, na luta contra o mal fora e dentro de nós, o Senhor está ao nosso lado; nós lutamos com ele ao lado, e a nossa arma é precisamente a oração, que nos faz sentir a sua presença, a sua misericórdia, a sua ajuda.

Mas a luta contra o mal é difícil e longa, exige paciência e resistência – como Moisés, que tinha que levantar os braços para fazer vencer o seu povo (cf. Ex 17,8-13 ) . É assim: há uma luta que deve continuar a cada dia; Deus é o nosso aliado, a fé n’Ele é a nossa força, e a oração é a expressão da fé.

Por isso, Jesus nos garante a vitória, mas pergunta: “O Filho do homem quando vier, encontrará fé sobre a terra?” (Lc 18:08 ). Se se apaga a fé, se se apaga a oração, e nós caminhamos nas trevas, nos perdemos no caminho da vida, disse o Papa.

Francisco continuou dizendo que devemos aprender da viúva do Evangelho a rezar sempre, sem se cansar:

“Era notável esta viúva! Ela sabia lutar pelos seus filhos! E penso em tantas mulheres que lutam por sua família, que rezam, que não se cansam jamais. Uma recordação, hoje, todos nós, a essas mulheres que com o seu comportamento nos dão um verdadeiro testemunho de fé, de coragem, um modelo de oração. Uma recordação a elas! Rezar sempre, mas não para convencer o Senhor com a força da palavras! Ele sabe melhor do que nós do que precisamos! A oração perseverante é ao invés a expressão de fé em um Deus que nos chama a lutar com ele, cada dia, cada momento, para vencer o mal com o bem”.

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A fotografia mais feliz da história

Para se chegar ao resultado foi feita uma compilação de reportagens publicadas por jornais, revistas, sites especializados em arte, fotojornalismo, fotografia e história. O objetivo da pesquisa era identificar quais eram as fotografias icônicas que mais simbolizam momentos de felicidade em todos os tempos.

Participaram do levantamento as publicações: “Life”, “The Guardian”, “Der Spiegel”, “Telegraph”, “El Universal”, “The Pulitzer Prizes”, “Day Life”, “World’s Famous Photos”, “Digital History”, “Listverse”, “Al Fotto”, “National Geographic”, “Images & Visions” e “World Press Photo”. Obviamente que, como em qualquer lista, o resultado sempre será questionável. Sabe-se que, como a percepção, a opinião — que foi a base da pesquisa —, é algo individual.

Se não for unanimidade no meio fotográfico, é referência explícita de alguns dos momentos mais inspiradores da história.

O beijo da Times Square (1945)

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Fotografia imortalizada pela revista “Life”. Durante o anúncio do fim da guerra contra o Japão, em 14 de agosto de 1945, o fotógrafo Alfred Eisenstaedt registrou um marinheiro beijando uma jovem mulher de vestido branco. A mulher foi identificada mais tarde, na década de 1970, como Edith Shain. A identidade do marinheiro permanece desconhecida e controversa. Mas está é apenas uma das versões. Fotografia: Alfred Eisenstaedt

Acesse a reportagem e conheça as 10 fotografias mais famosas da história — seja pelo lirismo nostálgico de uma guerra de travesseiros em um quarto de hotel, seja pela inocência latente de um garoto correndo pelas ruas de Paris. Seja pelo reencontro emocionado com o pai que voltava da guerra, seja pelo beijo apaixonado de um desconhecido.

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Papa pede que a Igreja se livre da ‘ameaça do materialismo’

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“Há um perigo que ameaça qualquer um na Igreja, todos nós. O perigo do materialismo. Nos leva à vaidade, à arrogância e ao orgulho” e servir humildemente os membros mais pobres da sociedade, disse o papa Francisco, no último dia 4 de outubro. O apelo do papa foi feito na cidade de Assis, no centro da Itália, onde seu homônimo São Francisco viveu no século 12.

Francisco levou um novo estilo de abertura, consulta e simplicidade ao Vaticano. Poucos dias depois de sua eleição, ele disse que queria ver “uma Igreja que é pobre e para os pobres”. Ele evitou os espaçosos apartamentos papais em troca de alojamentos espartanos na hospedaria do Vaticano, e pediu a todos os membros do clero, independentemente do cargo, que rejeitassem o conforto e saíssem entre os pobres e os necessitados.

Francisco disse que todos os membros da Igreja, incluindo bispos, cardeais e o próprio papa, têm que evitar as armadilhas de dar importância a coisas mundanas e ser mais humildes. “O materialismo nos traz vaidade, arrogância, orgulho e esses são ídolos… Todos nós precisamos nos livrar desse materialismo”, disse.

Francisco, o primeiro papa não europeu em 1.300 anos e o primeiro da América Latina, formou três comitês para assessorá-lo na missão de tornar o Vaticano mais transparente, principalmente com relação a suas transações financeiras.

Ele também disse que conventos e monastérios católicos vazios deveriam ser abertos para abrigar imigrantes e refugiados.

O papa condenou um mundo “que não se importa com tantas pessoas que têm que fugir da pobreza e da fome, fugir em busca de liberdade e muitas vezes encontrar a morte, como aconteceu ontem em Lampedusa”. Francisco se referia ao recente naufrágio de um barco imigrante na ilha de Lampedusa, ao sul da Itália,  no qual mais de 300 pessoas podem ter morrido. “Hoje é um dia para lamentar”, disse Francisco sobre a tragédia.

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Cotidiano dos idosos é administrar aposentadoria e aumento de despesas

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15/06/2013 – 11h36
Renata Giraldi – 

Repórter da Agência Brasil

Brasília –  O cotidiano dos idosos é baseado geralmente na administração dos benefícios da aposentadoria com os gastos e o aumento de despesas. Dos 22,3 milhões de brasileiros, com mais de 60 anos, 3,7 milhões voltaram a trabalhar – em empregos fixos ou temporários. Muitos se queixam das dificuldades, pois ajudam parentes e amigos. Pelo menos 15,8 milhões se dizem chefes de família.

É o caso do marceneiro aposentado Manoel Lopes, de 61 anos. Lopes disse que sua sorte é ter casa própria, do contrário, sua vida seria mais difícil. “Eu gasto pouco e faço minhas economias, como não pago aluguel, dá pra viver. Não gasto com roupa, nada disso. Gasto muito pouco com medicamentos, coisinha de R$ 10 a R$ 15”, ressaltou.

Econômico, Lopes disse que sempre tenta ajudar um parente que esteja precisando de suporte financeiro. “De vez em quando ainda dá para ajudar um filho ou um neto que precise”, destacou o aposentado.

Lopes faz parte do perfil da pesquisa Idosos no Brasil, do Instituto DataPopular. O diretor do instituto, Renato Meirelles, fez o levantamento de dados com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),e entrevistas nas principais cidades das cinco regiões do país, de outubro a dezembro de 2012.

“Para o idoso, trabalhar é um valor a ser respeitado. Mas a maioria volta a trabalhar porque a aposentadoria é insuficiente”, disse Meirelles. “Mas todos têm muito orgulho de dizer que, embora aposentados, ainda trabalham”, acrescentou. “Na prática, o que muitos ganham por ter experiência perdem pela baixa escolaridade, infelizmente.”

O funcionário público aposentado Benedito da Rocha, de 73 anos, reclama das dificuldades financeiras e das despesas que têm com a mulher, que é diabética e sofre de doença de Chagas, fazendo uso de uma série de medicamentos. “Tá tudo muito caro. A inflação subiu e o salário não foi corrigido de acordo com esse aumento. Minha mulher tem diabetes e Chagas [doença]. Ela precisa de uma boa alimentação. Verdura é caro”, disse.

Estudo da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) mostra que renda familiar inferior a R$ 291 indica classe baixa. Se a renda familiar fica entre R$ 291 e R$ 1.019 aponta para a classe média.

Edição: Carolina Pimentel

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Idosos sonham com a felicidade e reclamam do desrespeito dos mais jovens

15/06/2013 – 11h05
Renata Giraldi

Repórter da Agência Brasil

Brasília – Os brasileiros, com mais de 60 anos, sonham em viver ao lado de companheiros que saibam compartilhar bons e maus momentos. Mas reclamam do mau humor, do egoísmo, da frieza e desrespeito com que são tratados. No Brasil, há aproximadamente 22,3 milhões de idosos, dos quais 15,5 milhões são homens e mulheres que chefiam suas famílias e fazem planos para o futuro. A conclusão está na pesquisa Idosos no Brasil, do Instituto DataPopular, entidade de consultoria.

O diretor do Instituto DataPopular, Renato Meirelles, fez o levantamento de dados com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e entrevistas nas principais cidades das cinco regiões do país, de outubro a dezembro de 2012. Segundo o pesquisador, 64% dos entrevistados reclamaram do mau humor, 55% do egoísmo, 46% do desrespeito e 25% da frieza.

“São pessoas que buscam o companheirismo e, não o suporte. São pessoas que querem companhia e não gostam de ficar sozinhas, mas reclamam também da forma como são tratadas”, disse à Agência Brasil.

Apesar de ainda não estar na faixa acima dos 60 anos, a aposentada Cleuza Maia dos Santos, de 56 anos, que mora em Planaltina de Goiás, resume nas suas observações o que a pesquisa concluiu. “As pessoas não têm mais paciência para andar com os idosos. Vejo muitos andando sozinhos por aí. Eu mesma tenho seis filhos e quando preciso de um para acompanhar não encontro. Estão todos ocupados. Já vi alguns idosos serem agredidos com palavras e com gestos”, contou.

A maioria dos idosos vive com alguém da família. Do total, cerca de 2,7 milhões dos homens e mulheres, com mais de 60 anos, moram sozinhos. Dos solitários, 1,8 milhão é formado por mulheres, enquanto 938 mil são homens. “O mais interessante da pesquisa foi verificar que essas pessoas continuam com esperança no futuro em serem felizes ou, como em alguns casos, em voltar a ser feliz”, ressaltou Meirelles.

A pesquisa destacou também o perfil por gênero dos idosos. Do total de brasileiros, com mais de 60 anos, 55% são mulheres. Elas também são maioria em todas as faixas etárias – de 60 a mais de 100 anos. Nas faixas de 90 a 99 anos, 61,85% são mulheres, e acima de 100 anos, elas são 75%. “De uma forma geral, todos eles reclamam de um mesmo aspecto: o egoísmo das pessoas”, disse Meirelles.

O aposentado Manoel Lopes, de 61 anos, separado, também reclama da forma como os mais jovens tratam os idosos. “Acham que porque a pessoa está na terceira idade não vale mais nada, estão inativas. Fazem pouco caso dos idosos”, disse.

Edição: Carolina Pimentel//Texto atualizado às 11h56

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Parentes são os que mais agridem os idosos

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10/06/2013 – 17h14

Aline Leal

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A 2ª Semana de Combate à Violência contra a Pessoa Idosa teve início hoje (10) com o objetivo de criar uma cultura de respeito e estimular o enfrentamento à violação dos direitos dos idosos. Desde o início do ano, Secretaria Especial do Idoso do Distrito Federal registrou 60 denúncias de violência contra pessoas desta faixa etária, sendo que 20 são casos de abandono e 20 de violência física. Em 37 casos, o agressor era filho da vítima e em 14, era parente próximo. As mulheres são as maiores vítimas, com 48 denúncias. Em 2012 foram registrados 232 denúncias, entre elas 110 queixas de maus-tratos e 35 de violência psicológica.

Para Catarina Noble, da Delegacia Especial de Atendimento à Pessoa da Terceira Idade, no Rio de Janeiro, deve haver um estímulo para que os vizinhos, porteiros e outros familiares denunciem. “Às vezes, o idoso está abandonado, os parentes deixando de prestar a devida assistência. Quem tiver conhecimento disso, deve denunciar”, disse Catarina. O Disque 100 é um dos canais de denúncia. A delegada acha que o trabalho de prevenção deve começar na infância. “As crianças devem ser orientadas para entenderem que também serão idosas e que os idosos merecem todo o respeito. Isto tende a fazer com que se diminua a violência”.

As discussões sobre a violência contra idosos vão até o dia 15 de junho, quando é lembrado o Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa.

Edição: Beto Coura

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