Como a música ajuda a exercitar o cérebro

Novas pesquisas mostram que tocar um instrumento pode ser uma ótima forma de se exercitar o cérebro. Tocar um instrumento pode ser essencial para melhorar sua memória, suas noções de matemática e para lidar melhor com mais de uma tarefa ao mesmo tempo.

Para chegar a essas conclusões, cientistas monitoraram a atividade cerebral de pessoas que estavam escutando música e pessoas que tocavam instrumentos. E descobriram uma altíssima movimentação em diferentes áreas do cérebro no caso dos ouvintes. Já no daqueles que tocavam, perceberam uma atividade ainda maior, exercitando o cérebro praticamente por completo.

Segundo o vídeo, aprender a tocar um instrumento envolve uma série de interações das atividades cerebrais. Para um músico, é necessário que o lado esquerdo (supostamente ligado à matemática e às exatas) funcione em sintonia com o lado direito (relacionado à criatividade e às artes) do órgão. Isso pode ser considerado marcante, já que a conexão entre ambos os lados é defasada para quem não pratica música.

Estudos comprovam, aliás, que músicos acessam às suas memórias por meio de “palavras-chave”, como tags relacionadas a certas emoções. Isso possibilita que consigam resolver problemas de maneira mais efetiva e criativa.

Fonte

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Conheça Ivan Tadeu Filho, o maior vencedor de Olimpíadas do Brasil

Ivan Tadeu Filho é o maior ganhador de medalhas em Olimpíadas de conhecimento do Brasil em várias áreas, como Física, Química, Astronomia, Biologia, Informática e Linguística, e os números surpreendem e muito!

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Veja só:

Regionais-5 ouros, 0 prata,0 bronze,0 MH

Estaduais- 5 ouros, 3 pratas,1 bronze, 0 MH

Nacionais- 10 ouros, 7 pratas, 3 bronzes, 4 MH

Iberoamericanas- 1 ouro,1 prata,0 bronze, 0 MH

Internacionais- 2 ouros, 3prata, 3bronze, 0 MH

Obs.: MH = Menção Honrosa

Todas as medalhas foram ganhas dos 11 aos 18 anos. Dentre elas, duas foram inéditas no Brasil. Ivan tornou-se o atual recordista em olimpíadas de conhecimento do país.

Em 2012, ele começou a fazer provas, mandar currículo para universidades americanas, fazer inúmeras redações para ser aprovado em alguma Universidade. E conseguiu. Foi aprovado em Harvard, MIT, Yale, Princeton, convidado para outras faculdades dos EUA, Finlândia, França. Tentou uma bolsa pelo CNPQ, mas foi negada. Ele pediu auxílio para todas as instâncias do governo em âmbito regional, estadual, federal. O Governo não quis ajudar. Ele se propunha a voltar ao Brasil e auxiliar no desenvolvimento científico do país, mas mesmo assim qualquer ajuda lhe foi negada. Ainda assim, embarcou para os EUA com a (rara) chance de conseguir uma bolsa lá, ou até mesmo de uma instituição privada.

Aquele jovem que estendeu a bandeira do Brasil e trouxe medalhas EXTREMAMENTE importantes para o país, não teve apoio do mesmo. Este jovem, que representa o futuro de uma nação, tenta seguir seu caminho sem ajuda de sua pátria amada. Na tentativa de ajudar novos vitoriosos como ele, Ivan criou um blog para auxiliar estudantes com dicas de estudos, livros, estratégias…. (olimpiadascientificas). Foi criada uma página no Facebook (facebook) para poder ajudar, de alguma, o jovem Ivan a encontrar alguma empresa para investir em seu futuro, já que o governo brasileiro prefere a Copa do Mundo…

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Aos 8 anos, 70,8% dos estudantes não sabem matemática

PAULO SALDAÑA – Agência Estado – 26.06.2013

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Mais da metade das crianças do 3.º ano do ensino fundamental de escolas públicas e privadas do País não aprendeu os conteúdos esperados. A situação é ainda pior se forem consideradas apenas as escolas públicas. Em matemática, 70,8% dos alunos não sabem o adequado.

Nas duas redes, uma em cada três crianças não sabe, aos 8 anos, o mínimo esperado em matemática. Assim, apenas 66,7% delas resolvem problemas com notas e moedas e sabem fazer contas de adição e subtração.

Os dados são da Prova ABC, realizada pela organização não governamental (ONG) Todos pela Educação em parceria com a Fundação Cesgranrio e os Institutos Paulo Montenegro e Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). De acordo com os coordenadores da avaliação, os resultados indicam certo abandono do ensino de matemática. Segundo a diretora executiva do Todos pela Educação, Priscila Cruz, a Prova ABC adota como modelo de adequação a autonomia do aluno.

“Nosso entendimento de alfabetização vai além de aprender a ler.”, diz. Priscila lembra que os resultados expõem o “berço da desigualdade educacional”. “É fato de indignação ter só metade das crianças com as competências esperadas.”

Desafio

A ONG estipulou como meta que, até 2022, toda criança esteja plenamente alfabetizada até os 8 anos. Uma realidade distante para muitos que estudam em escola pública. Apesar de as crianças não terem bons resultados em leitura e escrita, matemática é o desafio maior.

Conforme a especialista em ensino de matemática Katia Smole, do grupo Mathema, os resultados mostram que os alunos conseguem responder a questões elementares, mas têm dificuldades em conteúdos mais complexos. “É como se fosse um analfabeto funcional em matemática.” Katia aponta algumas hipóteses para o déficit. “Pode haver falta de clareza curricular. Ou, por temer que as crianças fracassem, o professor acaba ensinando o conteúdo elementar.”

A prova foi aplicada em 1,2 mil escolas em 600 municípios. Esta foi a última edição, uma vez que o governo anunciou instrumento próprio de avaliação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: