Mas, e o contrário? O que acontece quando você para de curtir coisas no Facebook?

A jornalista Elan Morgan resolveu fazer o teste e, desde o dia 1o de agosto, parou de curtir coisas no Facebook. A decisão foi tomada porque Elan não quer mais fazer parte do jogo Facebookiano em que quanto mais ela curte, mais a rede social aprende sobre sua vida e usa isso pra vender anúncios.

Mas e aí, o que ela tem feito pra interagir no Facebook e qual o efeito de parar de curtir as coisas na rede social?

Ao invés do famoso, fácil e confortável “like”, Elan resolveu deixar uma mensagem bacana em cada postagem que a motivou a curtir: “que cabelo incrível”, “lembra quando a gente se escondia da vovó pra fumar cigarro”, etc. Ou seja, ao invés daquele “curtir” vazio que pode significar uma porção de coisas e coisa nenhuma ao mesmo tempo, ela trouxe mais humanidade pro seu news feed.

Quanto menos a jornalista curtia coisas, mais limpa a timeline dela ficava: mais conversas, mais engajamento e menos conteúdo que os algoritmos imprecisos do Facebook achavam que ela curtiria (por exemplo: ao curtir um vídeo de um gatinho fofo, o Facebook entendia que ela queria ver vídeos de gatinhos fofos ou… mortos, sendo torturados, etc).

O fato dela parar pra escrever comentários sobre as coisas fez com que ela se conectasse mais com as pessoas e vice-versa. Os comentários viravam conversas, às vezes sessões nostálgicas, brincadeiras e deixaram a timeline dela infinitamente mais relax e mais leve.

Na conclusão dela, ao parar de curtir as coisas, o news feed se transformou em algo que ela realmente quer ler, ao invés de um amontoado de coisas empurradas por um algoritmo. Ou seja, quanto menos você curte as coisas no Facebook, mais coisas que você curte vão aparecer na sua tela.

E a jornalista termina o relato (que você pode ler aqui na íntegra) convidando todo mundo a parar de curtir as coisas a torto e a direito a fim de trazer mais humanidade para a rede social.

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O que acontece quando você curte TUDO o que aparece no seu Facebook?

Like é dinheiro! As marcas usam o like pra medir se a campanha foi bem ou não, e assim o “like” virou a principal métrica de sucesso das coisas na internet, tanto no âmbito pessoal quanto mercadológico.

Pensando nisso, o jornalista Mat Honan fez esse experimento cruel e voltou das trevas pra nos contar como é curtir tudo (TUDO!) o que apareceu na timeline dele do Facebook durante 48 horas.

O jornalista faz uma narrativa completa e detalhada sobre esses 2 dias que você pode ler aqui, mas abaixo eu destaquei algumas coisas que dão a real sobre o Facebook e também alguns insights que surgiram a partir da história dele:

Você já sabe como funciona sua timeline, né? As coisas que aparecem ali não são apenas as atualizações de todas as páginas e posts de amigos, existe um algoritmo poderoso e pesado rodando por trás da rede social que analisa suas ações dentro e FORA (!!!) dela pra garantir que as coisas que mais te interessam apareçam no seu news feed, aumentando assim o seu tempo no site, seu vício no Facebook e, claro, o dinheiro no bolso de Mark Zuckerberg (fundador do Facebook), que consegue vender anúncios extremamente segmentados e (teoricamente) certeiros pra você.

O problema é que esse sisteminha cria o que Eli Pariser chamou de “Filter Bubble” em seu livro homônimo: são filtros de assuntos que te mantém cada vez mais dentro de uma bolha, lendo, compartilhando e remoendo as mesmas coisas, as mesmas opiniões. É uma espiral de mesmice que só serve pra estreitar e, consequentemente, empobrecer sua visão de mundo.

Esse hábito inclusive está gerando um efeito péssimo na sociedade, em que as pessoas falam PROS outros e não COM os outros. Queremos apenas reforçar o que já pensamos e tentar impor isso aos demais e não, de fato, debater e chegar a um denominador comum.

 

E o que aconteceu?

Disse Honan em seu relato que depois de 1 hora curtindo tudo o que apareceu no Facebook (com exceção de um post sobre a morte do parente de uma amiga), sua timeline começou a mudar drásticamente: de repente, tudo o que aparecia era de alguma marca ou de algum veículo tipo Upworthy ou Huffington Post. As pessoas sumiram, principalmente quando ele acessava a rede social do celular.

Outra coisa que ele notou foi que os posts se tornaram políticos e radicais – de extrema esquerda ou direita, nada no meio do caminho. Ou seja, quanto mais você curte, mais super-nichada fica sua timeline. Além das marcas, Upworthy e política, outra coisa que dominou foram os posts idiotas, tipo uma foto de um bebê que parece o Jay Z, um teste do Buzzfeed pra descobrir qual personagem de Titanic ele era e outras coisas do tipo.

É como se ele pegasse todos aqueles posts que a gente odeia do Facebook e fizesse uma timeline só disso: marcas, opiniões políticas radicais e muito lixo. Não me admira que o experimento tenha durado só 48 horas.

Conclusão? Hackear o algoritmo do Facebook mostrou que quanto mais você curte, mais ele te mostra coisas que você não curte.

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Por que pessoas mais velhas têm mais dificuldade para dormir?

De acordo com o estudo, conduzido na Universidade de Toronto, uma pessoa de 70 anos dorme, em média, uma hora a menos por noite do que alguém na casa dos 20 anos. E isso é preocupante.

A perda de sono, ou o sono fragmentado, é assosciado com um grande número de problemas de saúde, incluindo disfunções cognitvas, aumento de pressão de sangue, doenças vasculares e até diabetes do tipo 2. E a perda de neurônios em uma região do cérebro pode estar por trás de todo esse problema.

Cientistas analisaram dados obtidos através de exames no cérebro de mais de mil pessoas que eram examinadas desde os 65 anos até o suas mortes (que aconteciam, em média, por volta dos 89 anos). E a descoberta foi que, quanto menos neurônios havia naquela região cerebral específica, mais fragmentado o sono se tornava.

Esse fato é importante não apenas para buscar oferecer uma maior qualidade de sono para idosos. Como menos neurônios nessa área também foram associados com o desenvolvimento de Alzheimer, estudar a perda desse material pode oferecer pistas para desacelerar a progressão da doença.

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Estudante cria garrafa que filtra água e promete evitar o desperdício e melhorar a vida de comunidades carentes

O estudante Jeremy Nussbaumer criou uma garrafa que filtra a água, a Drink Pure.

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Os filtros com base em carvão ativado já existem, em diversos preços e modelos, pra fornecer água potável. Com este novo aliado, a tendência de combater o desperdício só tende a aumentar. Feito de material reciclado, o filtro se adapta facilmente a uma simples garrafa PET, que funciona em três etapas simples: a água poluída passa por um pré-filtro que elimina as sujeiras e restos de vegetação; a água passa então por uma camada de carvão ativado, onde se retêm os odores, metais pesados e produtos químicos. Por fim, um revestimento com poros de tamanho preciso e distribuição homogênea barra as bactérias, fazendo com que a água limpa venha com tudo pra matar sua sede.

A ideia não serve somente pra substituir um mero copo d’água, mas acaba evitando várias outras coisas. Dentre elas, os efeitos causados pela água contaminada, principalmente em países onde o saneamento básico é precário, além de fazer com que o desperdício seja coisa do passado. A Drink Pure visa a fabricação local, o que barateia ainda mais seu custo, tornando-a acessível em todos os cantos do planeta.

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Mulher mostra as mudanças no rosto depois de passar a beber 3 litros de água por dia

ESarah Smith, depois de sentir dores de cabeça e estomacais durante anos, procurou um neurologista para saber o motivo destes incômodos constantes. A primeira pergunta do médico foi: “quanto você bebe de água por dia?”, ao que Sarah respondeu: “no máximo um litro”.

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A recomendação do doutor foi que ela passasse a ingerir 3 litros de água por dia. Se os sintomas persistissem, eles marcariam uma nova consulta, caso Sarah tivesse melhoras, a solução seria apenas água.

Na primeira fotografia que ela tirou, estava com 42 anos de idade e mostra, sem pudores, o resultado da falta de hidratação: há sombras escuras ao redor dos olhos, umas rugas e manchas vermelhas ao redor do rosto e a pele quase não tem brilho.

Todo o sistema e funções do nosso corpo depende da água. Ela libera as toxinas dos órgãos vitais, transporta nutrientes para as células, proporciona um ambiente úmido para os tecidos do ouvido, nariz e garganta e elimina resíduos. Não beber a quantidade de água necessária por dia significa que todas estas funções ficam prejudicadas. Então, Sarah decidiu ver como se saía com a experiência de ingerir 3 litros de água por dia.

Na primeira semana, Sarah condicionou-se a encher um jarro de litro três vezes ao dia para ter controle de sua ingestão. Para ter melhores resultados, ela começou também a cuidar da pele e do corpo fazendo esfoliações e ioga. Os resultados foram surgindo:

Segunda semana

A segunda semana já foi marcada por uma sutileza de melhora na pele. Sarah notou que seus olhos estavam menos escuros, sua pele com uma cor mais uniforme e seu hálito mais agradável, com uma suavidade na boca. Um dos “problemas” que Sarah teve nesta experiência foi o número de vezes que precisou ir ao banheiro. Às vezes, é difícil encontrar um lugar apropriado nas ruas e “os banheiros parecem estar sempre nos lugares mais escondidos”. Ela achou que com a quantidade de líquido ingerida por dia pudesse se sentir mais inchada, mas, na verdade, sentiu-se mais confortável que o habitual.

Terceira semana

Na terceira semana as olheiras e manchas praticamente desapareceram e sua pele ficou mais gordinha, nutrida. “Meu amigo, que é terapeuta de beleza, diz que isso é porque a água está ajudando a regenerar as células da pele de forma mais eficiente. Tenho notado que eu tenho parado de esfregar os olhos pela manhã quando acordo. Eles costumavam estar secos e cheios de sono. Mas agora não. Toda esta água os mantem úmidos”.

Quarta semana

Ao maquiar-se, Sarah também sentiu que sua pele estava com mais elasticidade e ficou até mais gostoso de passar um delineador nos olhos. “O resultado é totalmente diferente”. Na quarta semana, Sarah surpreende-se com ela mesma: Eu não consigo acreditar na diferença do meu rosto. Eu pareço outra mulher. Não tenho mais manchas escuras nem vermelhas. Minha pele está tão úmida que parece de criança. Sinto-me mais magra e em forma”.

As mudanças se refletem em todas as esferas da vida de Sarah: “sinto-me mais apta, disposta, magra e saudável. Meu marido e amigos dizem que pareço dez anos mais jovem”.

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A história inspiradora do homem cego que conseguiu realizar seu maior sonho: ser fotógrafo

O fotógrafo Brenden Borrellini nasceu surdo e com visão limitada, que acabou evoluindo para a cegueira completa. A dificuldade não o impediu de desenvolver seu maior dom: a fotografia, provando que definitivamente o olhar vem de dentro, da alma.

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O sonho de ser fotógrafo ganhou vida por conta de sua enorme força de vontade e ajuda de um mentor, o diretor artístico do Crossroads Arts (organização com foco em acessibilidade), Steve Mayer-Miller, que destacou o foco, perseverança e motivação de Brenden. Uma máquina que converte os textos em braile auxilia a parceria da dupla, que troca opiniões constantemente em busca de um maior aprimoramento e conhecimento. A ferramenta dá um feedback técnico sobre a arte, apontando itens como composição, luz, efeito do obturador e profundidade.

Para que Brenden enxergue sua obra, as imagens 2D são transformadas em 3D, assim ele pode captar suas ideias através do tato. “Eu posso ter uma noção do que me cerca. Mas quando estou tirando fotos, ainda preciso de alguma ajuda para guiar a câmera na direção certa. Ainda tenho alguma dificuldade para capturar a foto de imediato”, declarou o fotógrafo.

O pequeno documentário abaixo mostra a relação de Brenden com o mundo e suas fotos. Vale a pena ver e se inspirar:

http://vimeo.com/100071875

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Movimento reúne fotos de árabes e judeus que se recusam a ser inimigos

Através de uma hashtag, se iniciou um movimento nas redes sociais em prol da paz. Cientes do ódio que a guerra entre Israel e Palestina desperta entre alguns judeus e árabes, usuários alheios a isso têm usado a #JewsAndArabsRefuseToBeEnemies (“Judeus e árabes se recusam a ser inimigos”, em tradução livre) com fotos e mensagens que simbolizam a igualdade, o amor e o respeito entre ambos os povos.

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Mesmo que a tensão e a violência continue seguindo em frente em Gaza, duas pessoas se mobilizaram para tentar mostrar ao mundo que o bem deve prevalecer sobre todas as circunstâncias. Estudantes no Hunter College, em Nova York, Abraham Gutman e Dania Darwish uniram forças para criar no Twitter a campanha com hashtag marcante. Em seguida, foram também para o Facebook e o sucesso tem vencido o desdém, contando com o apoio de milhares de fãs, acompanhado de mensagens contra o preconceito e a raiva.

Segundo um relatório da AP, mais de 1.200 pessoas já foram mortas durante o conflito neste ano. Felizmente, ainda há quem não aceite esse desfecho e mostre que existe alternativa:

“Pare com o ódio em Toronto e ao redor do mundo”

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