Série de fotos mostra adultos segurando os sonhos frustrados da infância

“Qual seu sonho de infância?” O fotografo Jamal Penjweny fez esta pergunta para um grupo de residentes rurais do Oriente Médio. E com a projeção de vida impressa em cartaz, mostrou uma realidade bem diferente.

A série intitulada “Eu Desejo” busca compor os contratempos que a vida nos apresenta. A partir de ser um piloto de fórmula 1 até um ator de sucesso, os sonhos montam um triste contraste com o cenário real. Cada caso é um motivo de sonho não atingido. “A vida não é como a animação, você não pode ser o que quiser. Eu fiz este projeto para que cada pessoa pudesse agir fora do seu sonho, mesmo que não cumpri-lo na vida real“, resumiu Penkweny.

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5 Invenções bizarras do passado que não deram certo

Estas são apenas 5 de 30 invenções bizarras do passado que não deram certo, selecionadas pelo site Hypeness

Óculos para ler deitado

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Jornal enviado por fax

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Escova que encaixa no contorno de uma careca, penteia de lado e inclui almofada para massagear o couro cabeludo

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Óculos de TV

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Portador de bebê suspenso

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Finalmente uma marca decidiu parar de criar brinquedos só para meninas ou só para meninos

A TOP-TOY é a maior cadeia de brinquedos do norte da Europa e criou catálogos de gênero neutro, sem sugerir que certos brinquedos são somente para meninos ou meninas. Os brinquedos, na verdade, são os mesmos – o que a TOP-TOY quer é que as crianças possam decidir com quais deles querem brincar. Se uma menina quer construir uma ponte para fazer corridas de carro, por que não? E se um menino quiser dar o leite para um bebê ou passar a ferro e tratar do jantar?

“Queremos que nossos catálogos reflitam a verdadeira forma de brincar de meninos e meninas, e não que apresentem uma visão estereotipada deles. Se tanto as meninas como os meninos na Suécia gostam de se divertir com uma cozinha de brinquedo, então queremos refletir esse padrão”, afirma o diretor de Marketing da TOP-TOY, Thomas Meng. A maioria dos pais reagiu com agrado, notando que todas as crianças ficam empolgadas com um novo brinquedo, independente do que ele seja.

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Vídeo mostra a reação de crianças ao verem um homem branco pela 1ª vez

Muitas vezes ficamos tão isolados em nossas bolhas, que esquecemos que no mundo ainda há muita desigualdade para ser superada. Uma prova disso, é o impressionante vídeo que o lutador profissional de artes marciais Justin Wren fez quando acompanhou um grupo de voluntários numa missão na região nordeste da República Democrática do Congo, para prestar ajuda às pessoas da tribo Mbuti.

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Os Mbuti costumam se organizar em grupos de 15 até 60 pessoas, e alguns deles ficam tão isolados, que seus membros nunca chegaram a ver um homem branco. É o caso das crianças do vídeo abaixo, que ficaram totalmente fascinadas e surpresas ao ver a primeira pessoa de pele clara em suas vidas. Além de se surpreenderem com a sua cor de pele, do seu cabelo, o fato de ter pelos nos braços e sua barba comprida, as crianças também se divertiram ao verem suas imagens na tela do celular, outra novidade para eles. Vale a pena conferir:

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Fotógrafo registra famílias ao lado de tudo o que possuem

O fotógrafo chinês Huang Qingjun criou um projeto chamado de Coisas de Família, no qual ele fotografou famílias chinesas moradoras de regiões remotas do país, ao lado de todos os seus pertences. A série de fotografias nos traz uma reflexão sobre o consumismo e a necessidade real do acúmulo de coisas materiais. Qingjun espera expandir seu projeto para fotografar também famílias de renda mais alta – o que, definitivamente, seria mais trabalhoso.

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Assista à reação das pessoas ao ver uma criança passando frio na rua

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Com a enxurrada de notícias ruins que vemos nos telejornais e na internet, às vezes fica difícil reunir forças para acreditar em um mundo melhor. Mas saiba que as coisas boas têm muita força, apesar das notícias ruins que uma parte da população adora ver ocuparem a mídia. Dito isso, veja uma ação feita pela SOS Mayday na Noruega, que mostra que ajudar alguém é mais fácil do que se imagina, e que sim, tem pessoas que querem fazê-lo.

Na ação em questão, vemos um garoto chamado Johannes, que está em um ponto de ônibus, e com muito frio, explicando às pessoas que perguntam que seu agasalho foi roubado durante uma excursão. A partir daí, o que vemos são pessoas solidárias ao menino, que ajudam da forma que podem, dando suas próprias luvas, cachecóis e casacos para agasalhar Johannes, algumas ficando mesmo sem nenhum casaco.

A ação foi feita para aumentar a conscientização das pessoas e mostrar que não é preciso muito para ajudar. A iniciativa tem o objetivo de alertar para um, dentre muitos, problema de que sofrem as crianças na Síria – o frio que passam no rigoroso inverno. Um casaco já seria uma grande ajuda. Para doar, acesse o site da instituição aqui.

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Pressão muito baixa ou muito alta traz riscos para saúde

Doctor using blood pressure gauge on patient during medical examinationPense em um sistema hidráulico. Há um volume de água que pode passar por dentro dos canos sem causar danos ao equipamento. Com a pressão arterial é a mesma coisa. Ela é a força exercida pelo sangue dentro dos vasos sanguíneos, originada dos batimentos cardíacos. “Nosso organismo é assim, tem uma tolerância. O valor é considerado ideal quando o máximo atinge até 120 mmHg ou, popularmente, 12, e o mínimo fica na faixa de 80 mmHg, ou 8. É a pressão 12/8. Quando esta pressão está acima de 14/9 a pressão é considerada alta, quando está abaixo de 10/6 os valores são considerados baixos”, explica Ivan Cordovil, coordenador do serviço de hipertensão arterial do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), no Rio de Janeiro.

O especialista observa que nem sempre há sinais de que a pressão arterial está alta ou baixa e que ambos extremos podem ser perigosos. “Na hipertensão, ou seja, quando a pessoa tem a pressão permanentemente alta, alguns órgãos podem ser atacados. No cérebro, por exemplo, pode ocorrer derrame. O coração do indivíduo hipertenso pode sofrer infarto do miocárdio. Os rins podem ter insuficiência e precisar de diálise. Olhos também podem ser afetados, com cegueira súbita”, descreve. Já os contratempos principais da pressão baixa são a tontura e, por consequência, a queda. “Pessoas idosas sentem menos sede e, por isso, correm o risco de ficar desidratadas. Por conta disso, a pressão fica baixa e elas correm o risco de sofrer quedas e fraturas”, exemplifica Cordovil. O mesmo ocorre quando uma pessoa se levanta rapidamente após estar sentada ou deitada.

Durante o calor excessivo do verão, habitualmente há vasodilatação e a pressão pode cair. No entanto, isto não é uma regra. “Como a pessoa pode ficar muito irritada com a temperatura elevada, a pressão pode subir pelo estado de nervos”, observa o cardiologista. De acordo com ele, confirmada a pressão baixa, a primeira providência a se tomar é deitar a pessoa, inclinando ligeiramente as pernas para facilitar a ida do sangue até o cérebro.

Cuidados – Se os pais e outros familiares mais próximos são hipertensos, há maior probabilidade de uma pessoa se tornar hipertensa durante a vida. O ideal é que, pelo menos duas vezes ao ano a pressão seja aferida – o conselho vale também para quem não tem fatores de risco. Somente uma pessoa treinada consegue medir a pressão adequadamente. “Existem condições para fazer a medida correta. Por exemplo, não se pode cruzar pernas. É importante esvaziar a bexiga e deve-se colocar o braço na altura do coração”, orienta.

Cordovil lembra a importância de evitar o sedentarismo para ter uma vida saudável. Com a prática regular de atividade física, ocorre uma dilatação da parede das artérias e a pressão diminui. A alimentação também é parte importante no controle da hipertensão arterial. É necessário restringir o consumo de sódio, presente em embutidos, enlatados, temperos prontos e molho de soja, por exemplo. Uma boa saída é, ao cozinhar os alimentos, utilizar especiarias e ervas aromáticas para conferir mais sabor aos alimentos e diminuir o uso de sal. O consumo de alimentos ricos em gordura também deve ser evitado, pois favorece o acúmulo de placas de gordura no interior das artérias, dificultando a passagem do sangue e, consequentemente, aumentando a pressão.
Fonte: Ana Paula Ferraz / Comunicação Interna / Agência Saúde

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