Os benefícios de aprender francês

O francês é uma língua europeia amplamente reconhecida em todo o mundo e a terceira mais falada no continente. Países como Suíça, Bélgica, Luxemburgo, Mónaco e todos têm o francês como língua oficial.

Francês também é falado nas Américas. O Canadá tem Inglês e francês como línguas oficiais, com muitos canadenses de língua francesa como primeira língua. Também é amplamente falado nos EUA, especialmente em Louisiana um estado com uma forte influência francesa. Por causa da colonização francesa e belga, a linguagem é também uma língua importante na África, com muitos países Africano reconhecê-la como língua oficial.

Ao aprender francês você será capaz de comunicar-se com muitas pessoas de todo o mundo. Se você visitar qualquer um dos países de língua francesa, você receberá uma experiência muito maior, falando a linguagem e ser capaz de explorar a vida e as culturas mais profunda e mais do que você teria sido capaz de antes.

Finalmente, como o ambiente empresarial está se tornando mais e mais globais as competências linguísticas que você pode abrir portas infinitas para você. Devido aos empregadores mundo globalizado amar as pessoas que falam vários idiomas, portanto, tornando as aplicações seu trabalho destacam-se da multidão e aumentar seu potencial para a promoção! As muitas oportunidades que você pode ganhar são quase infinitas, você pode começar o negócio e parcerias de organizações francesas, obter estágios em países de língua francesa ou se você for um estudante ser capaz de estudar no exterior, fortalecendo o seu grau em relação à empregabilidade futura.

Para recapitular, os principais benefícios que você pode ganhar aprendendo francês são a popularidade e expansão da língua, sendo capaz de comunicar-se com muitas mais pessoas e a força que você vai ganhar no mundo do trabalho.

Fonte

Anúncios

Os benefícios de aprender inglês

Líderes com inglês fluente recebem salário 25% maior, mas apenas 47% dos profissionais dominam o idioma

Que falar inglês faz a diferença no currículo de um profissional, já se sabe. A novidade é que a língua estrangeira proporciona aumento no rendimento mensal dos profissionais em até 25% em relação aos que não possuem fluência, de acordo com pesquisa do Grupo Catho com 166 mil profissionais que ocupavam cargos idênticos.

 

“Dominar inglês é essencial para quem aspira a um cargo mais alto dentro da empresa, especialmente o de liderança. Hoje, este requisito não é mais um diferencial, é fundamental em organizações de todos os portes”, afirma Margarete Lupi, gerente de Recursos Humanos de uma escola de idiomas. “Quem não está dentro deste perfil, dificilmente será escolhido para a ascensão profissional”, alerta.

De acordo com o mesmo estudo, muitas pessoas estão fora do perfil solicitado pelas companhias, pois apenas 47% dos profissionais brasileiros falam inglês. Especialistas afirmam que em poucos anos, a falta de conhecimento no segundo idioma será vista como é o analfabetismo, isto é, tendo pouca ou nenhuma competitividade no mercado de trabalho. “O mesmo vale para quem está em busca de uma oportunidade de emprego, pois, em muitos casos, os profissionais que não possuem o inglês, perdem a oportunidade de participar de diversos processos seletivos”, diz Margarete.

Mas por que então muitos profissionais ainda não falam inglês? De acordo com a pesquisa de comportamento e mercado da Alumni, os principais motivos alegados são disponibilidade limitada de horários e de tempo para dedicar ao aprendizado. Em seguida estão o investimento necessário e os resultados que desejam obter em curto prazo com foco em situações vividas no dia a dia do trabalho.

“Além dessas questões, algumas pessoas têm como obstáculos a falta de automotivação para iniciar um curso e a dedicação necessária para concluí-loAlgumas vezes há um bloqueio pessoal durante o aprendizado, de modo com que pensem que não precisam ou então não conseguem aprender, que os fazem desistir do seu objetivo”, observa Margarete Lupi.

Segundo ela, em todos os casos, a motivação, seja ela pessoal, profissional ou financeira, é o primeiro passo para adquirir fluência no idioma. No entanto, tão importante quanto ter um objetivo claro, é a escolha da instituição mais adequada de acordo com seus objetivos. “Não adianta escolher apenas pelo valor mensal, é preciso colocar na balança também o tempo necessário para atingir a fluência desejada, assim com a qualidade do corpo docente e o histórico da instituição. Caso contrário, o investimento pode ser sinônimo de desperdício de tempo e dinheiro”.

Fonte

Como priorizar sua família à tecnologia

Submetido em Pais e Filhos por  em 6 julho 2013

Como priorizar sua família à tecnologia

Imagine esta cena: O pai chega do trabalho e encontra a esposa no quarto, com seu notebook, lendo e-mails e trocando mensagens em uma rede social, o filho mais velho está em seu quarto ouvindo música com seu fone de ouvido e ao mesmo tempo jogando em seu celular, a filha do meio está assistindo a um seriado na sala e a filha mais nova está na sala também brincando com jogos do computador. Exceto pelo barulhinho da TV, a casa está em silêncio, não há som de conversas, nem vozes, nem vida. Esse pai, que encontrou sua família completamente compenetrada em seus recursos tecnológicos, tem duas opções:

A) Como está cansado, ele pode simplesmente tomar um banho e esperar o jantar, assistindo ao noticiário na TV de seu quarto.

B) Chamar sua família para conversar, desligando os aparelhos e procurando saber sobre o dia de cada um.

A primeira opção pode parecer mais fácil, porém a segunda, aproximaria a família, tendo resultados de longo alcance. Confira a seguir 5 dicas para priorizar às pessoas ao invés da tecnologia:

1. Não deixe a TV ligada sem necessidade. Isso faz com que todos se distraiam, mas perdem-se ótimas oportunidades de conversar e brincar.

2. Estipule horários. O entretenimento não é proibido, porém deve ter hora para começar e terminar. Mesmo os adultos podem se beneficiar de uma programação de horários que priorize a família e dar assim um bom exemplo aos pequenos.

3. Evite ter computadores e televisores nos quartos. A sala é geralmente um cômodo mais exposto, onde todos circulam, o que incentiva a escolha de programas adequados. E mesmo que os programas escolhidos nos quartos sejam bons, ainda vale a pena estar na sala simplesmente para reunir a família.

4. Quando forem passar um tempo juntos, desliguem os celulares. É desagradável estar com alguém que não tira os olhos de seu aparelho, lendo e escrevendo mensagens ou ser interrompidos por ligações sem importância.

5. Procure viver a realidade. O ambiente virtual simula a realidade, ou seja, a imita, mas não é. Tem-se a impressão de estar se comunicando e interagindo, mas quem passa tempo demais na frente das telinhas, acaba perdendo a habilidade de se comunicar e interagir pessoalmente. Muitas vezes, mergulhados na rede social, ficamos sabendo o que aconteceu com fulano, ciclano e beltrano mas não sabemos o que aconteceu com nossa própria família. Viva a sua realidade.

O tempo que nos é dado é um recurso precioso e limitado, para usá-lo sabiamente é preciso planejamento e disciplina. Use a tecnologia, ao invés de deixar a tecnologia usar você!

Fonte

Aos 8 anos, 70,8% dos estudantes não sabem matemática

PAULO SALDAÑA – Agência Estado – 26.06.2013

941145_683125378369194_1148209311_n

Mais da metade das crianças do 3.º ano do ensino fundamental de escolas públicas e privadas do País não aprendeu os conteúdos esperados. A situação é ainda pior se forem consideradas apenas as escolas públicas. Em matemática, 70,8% dos alunos não sabem o adequado.

Nas duas redes, uma em cada três crianças não sabe, aos 8 anos, o mínimo esperado em matemática. Assim, apenas 66,7% delas resolvem problemas com notas e moedas e sabem fazer contas de adição e subtração.

Os dados são da Prova ABC, realizada pela organização não governamental (ONG) Todos pela Educação em parceria com a Fundação Cesgranrio e os Institutos Paulo Montenegro e Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). De acordo com os coordenadores da avaliação, os resultados indicam certo abandono do ensino de matemática. Segundo a diretora executiva do Todos pela Educação, Priscila Cruz, a Prova ABC adota como modelo de adequação a autonomia do aluno.

“Nosso entendimento de alfabetização vai além de aprender a ler.”, diz. Priscila lembra que os resultados expõem o “berço da desigualdade educacional”. “É fato de indignação ter só metade das crianças com as competências esperadas.”

Desafio

A ONG estipulou como meta que, até 2022, toda criança esteja plenamente alfabetizada até os 8 anos. Uma realidade distante para muitos que estudam em escola pública. Apesar de as crianças não terem bons resultados em leitura e escrita, matemática é o desafio maior.

Conforme a especialista em ensino de matemática Katia Smole, do grupo Mathema, os resultados mostram que os alunos conseguem responder a questões elementares, mas têm dificuldades em conteúdos mais complexos. “É como se fosse um analfabeto funcional em matemática.” Katia aponta algumas hipóteses para o déficit. “Pode haver falta de clareza curricular. Ou, por temer que as crianças fracassem, o professor acaba ensinando o conteúdo elementar.”

A prova foi aplicada em 1,2 mil escolas em 600 municípios. Esta foi a última edição, uma vez que o governo anunciou instrumento próprio de avaliação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: 

Fotógrafo do ‘Estado’ recebe prêmio por imagem de Dilma em ato militar

O Estado de S.Paulo

RIO – O repórter fotográfico do Estado Wilton Junior conquistou o Prêmio Imprensa Embratel de melhor foto, com “Touché”, que retrata a presidente Dilma Rousseff durante cerimônia na Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende (RJ). Pela imagem, publicada em agosto de 2011, Wilton Junior recebeu também o Esso de 2012 e o Prêmio Internacional de Jornalismo Rei de Espanha do ano passado.

Imagem foi registrada durante momento de conflito entre o PT e o PMDB - Wilton Junior/AE - 20/08/2011
Wilton Junior/AE – 20/08/2011
Imagem foi registrada durante momento de conflito entre o PT e o PMDB

Fonte

Wilton de Sousa Junior tem 39 anos, 21 de profissão e trabalha no Estado desde 2001.

 

Treze anos depois, MSN encerra serviço no Brasil

30 de abril de 2013| 19h04|
 
Por Filipe Serrano

Usuários Windows Live Messenger, ou MSN, agora têm de usar o Skype para conversar com seus contatos; veja como migrar

SÃO PAULO – Treze anos e nove meses depois de ser lançado, o programa de mensagens instantâneas Windows Live Messenger se despediu dos usuários brasileiros. O MSN, como é popularmente conhecido, deixa de funcionar a partir desta quarta-feira no Brasil, último a encerrar o serviço segundo o cronograma da empresa. A China é o único país em que o MSN continua a operar.

Desde que anunciou seu plano de aposentar ao MSN em novembro, a Microsoft começou a incentivar a migração dos usuários para o Skype, comprado por US$ 8,5 bilhões em 2011, para concentrar seus serviços de comunicação em um só programa.

Qualquer pessoa que tenha uma conta no programa de bate-papo pode usar a mesma senha e login para acessar o Skype. E os usuários que já tiverem uma conta no programa também podem integrar os dois perfis em um só, incorporando os contatos de ambos os serviços (veja instruções do Skype).

Segundo a Microsoft, os usuários não vão mais conseguir se logar no serviço a partir desta quarta.

O período de transição para o Skype começou em 8 de abril, quando o MSN deixou de funcionar nos países de língua inglesa. A previsão da empresa era encerrar o serviço até o fim do mês, terminando pelo Brasil.

No País, 31 milhões de pessoas (ou 58% dos usuários de internet ativos) usam programas de mensagens instantâneas de acordo com os números do Ibope Media de março. O Windows Live Messenger é o mais popular, mas o Skype, em segundo lugar, tem crescido nos últimos oito meses.

“No Brasil, uso do MSN é muito arraigado”, diz o analista de pesquisa do Ibope Media, José Calazans, sem citar números específicos sobre o programa . “De modo geral, o uso desse tipo de aplicativo diminuiu muito com o crescimento das redes sociais, mas aqui ele se manteve forte.”

O MSN surgiu em um momento de transição quando os usuários de internet no Brasil viram nele uma alternativa ao ICQ, até então bastante popular. Ao longo dos anos, o MSN introduziu tecnologias novas que fizeram parte do cotidiano de gerações de jovens no País, como emoticons, GIFs animados (ou winks), além de diversas formas de personalizar a janela de bate-papo. Nos últimos anos, alguns usuários migraram para outros serviços como o Gtalk, do Google, e, depois, para o Facebook e os aplicativos de mensagens para celular, como o WhatsApp. Mas o MSN continuava a ser popular.

Veja os passos abaixo para migrar a conta:

Fonte