Série ERROS COMUNS NA ALIMENTAÇÃO #3

Confira nesta série as dicas da nutricionista Claudia Ruiz Santana, responsável pela Oficina de Nutrição da Lareira Instituição. Você também pode participar desta e de outras oficinas, gratuitamente! Acesse o site da Lareira e informe-se!

Esta é a 3ª parte da série de seis artigos sobre o tema.

A educação alimentar é uma das principais ferramentas para entrar em forma, e a mudança de hábito começa dentro de casa.

mesa fartaTemos aqui erros bastante comuns na alimentação do brasileiro, com orientações simples de como evitar estes hábitos. E é nas pequenas mudanças que o excesso de peso e as doenças ligadas a ele vão diminuindo.

Tomar muito chá verde com o objetivo de emagrecer – O chá verde tem sim seus benefícios. Ele possui o epigalato 3, uma sustância que tem uma ação termogênica, ou seja, acelera o metabolismo. Mas a quantidade é pequena, varia entre 5% e 10%. O que significa que tomar chá verde o dia todo não é a solução para o emagrecimento. Além disso, ele tem seus contras. Ele tem alto teor de cafeína, então, quando é ingerido logo após as refeições, acaba comprometendo a absorção de micronutrientes como ferro e cálcio.

Mistureba no prato – Quem nunca cometeu exageros na hora da fome no restaurante por quilo? Basta dar uma olhadinha nos pratos mais lotados para se comprovar a presença de arroz, macarrão, comida japonesa, feijoada e muitas outras combinações estranhas. A prática é um erro. O ideal é consumir um grupo de alimentos a cada refeição. A mistura de grupos deixa o prato pouco saudável e mais calórico.

Se segurar o dia todo e compensar na “gula” à noite –Este é um péssimo hábito, especialmente porque à noite o metabolismo fica mais lento. É o momento do dia em que você tem que comer menos, porque não vai ter um gasto de energia considerável e seu corpo esta se preparando pra descansar. Além disso, o fato de comer muito pode causar insônia e pesadelos.

Misturar dois carboidratos no prato –Apesar de esta combinação ser uma das grandes vilãs das dietas, a mistura pode ser feita desde que as porções sejam divididas de forma que somem uma porção. Se for comer purê de batatas, coma apenas duas colheres de sopa, com duas de arroz.

Almoçar ou jantar cada dia em um horárioPara quem tem rotina, fica fácil se organizar para fazer as refeições todos os dias no mesmo horário. Mas para quem tem um trabalho  mais atípico isso já fica mais difícil. O maior problema nesse sentido é o período de jejum que se forma. As pessoas acabam comendo muito mais do que deveriam e fica aquele sentimento de “posso tudo porque fiquei o dia todo sem comer”. Se a pessoa não consegue colocar uma rotina, o ideal é fazer um lanche ou algo do tipo. O fato de ficar muito tempo sem comer também contribui para a perda da massa muscular. Quando você não dá energia para o corpo, ele busca da reserva.

Fontes:  Terra Eufic, Minha Vida

Artigos da Série ERROS COMUNS NA ALIMENTAÇÃO:

Série ERROS COMUNS NA ALIMENTAÇÃO #1

Série ERROS COMUNS NA ALIMENTAÇÃO #2

Série ERROS COMUNS NA ALIMENTAÇÃO #3

Série ERROS COMUNS NA ALIMENTAÇÃO #4

Série ERROS COMUNS NA ALIMENTAÇÃO #5

Série ERROS COMUNS NA ALIMENTAÇÃO #6

Série ERROS COMUNS NA ALIMENTAÇÃO #2

Confira nesta série as dicas da nutricionista Claudia Ruiz Santana, responsável pela Oficina de Nutrição da Lareira Instituição. Você também pode participar desta e de outras oficinas, gratuitamente! Acesse o site da Lareira e informe-se!

Esta é a 2ª parte da série de seis artigos sobre o tema.

A educação alimentar é uma das principais ferramentas para entrar em forma, e a mudança de hábito começa dentro de casa.

refrigeranteTemos aqui erros bastante comuns na alimentação do brasileiro, com orientações simples de como evitar estes hábitos. E é nas pequenas mudanças que o excesso de peso e as doenças ligadas a ele vão diminuindo.

Não mastigar bem – Comer rápido é uma característica do mundo moderno e, às vezes, para ganhar alguns minutos, muita gente mal sente o gosto da comida. Não mastigar os alimentos leva a um processo de má digestão e ainda a um maior consumo de calorias, já que a sensação de saciedade leva de 15 a 20 minutos para acontecer. O ideal é mastigar o alimento até que ele fique sem grandes pedaços sólidos. Descanse o talher no prato, se necessário, para ajudar neste processo, coma em pratos pequenos e com talheres pequenos. Procure demorar uns 20 minutos ou mais para fazer sua refeição.

Tomar muito refrigerante –O refrigerante não só contribui com o aumento de peso pela quantidade açúcar, como também pode trazer outros problemas. Os lights e diet podem ser prejudiciais pelo excesso de adoçantes. SE FIZER QUESTÃO, deixar para consumir aos finais de semana de maneira controlada ou substituir por sucos naturais sem açúcar.

Tomar líquido na hora da comida –Um copo de 200 a 250 ml durante a refeição não vai atrapalhar em nada. O problema é que as pessoas tomam muito durante a refeição e, se exceder, isso pode atrapalhar na absorção dos nutrientes. No caso de idosos, que têm a diminuição de secreções, como a saliva, além de dificuldade na mastigação, o líquido é um aliado, mas sempre respeitando os limites de quantidade.

Não tomar água –Corpo desidratado pode gerar um envelhecimento precoce e danos nas células, causando um desequilíbrio no organismo. A água é responsável por funções metabólicas em diversas sínteses do organismo.

Beber líquido em excesso –Pecar pelo excesso pode comprometer o processo de digestão. A água é o nutriente mais importante do organismo, porque toda reação química depende de água. A boa ingestão de água ao longo do dia faz com que você segure um pouco a alimentação. A ideia é chegar aos 2 litros por dia, considerando líquidos em geral.

Beliscar o dia todo –O hábito de beliscar é um problema para muita gente. O ato pode  virar uma constante e trazer diversos problemas. Beliscar alimentos calóricos pode gerar um aumento de peso e a compulsão alimentar.

Comer em grande quantidade –Para garantir a boa forma não é preciso parar de comer, mas  fazer escolhas inteligentes e ter bom senso na hora de montar um prato. O ideal é fracionar as refeições. Quando consumimos muitas calorias de uma só vez, a chance de  excessos é grande e isso faz com que o organismo estoque em forma de gordura.

Fontes:  Terra Eufic, Minha Vida  

Artigos da Série ERROS COMUNS NA ALIMENTAÇÃO:

Série ERROS COMUNS NA ALIMENTAÇÃO #1

Série ERROS COMUNS NA ALIMENTAÇÃO #2

Série ERROS COMUNS NA ALIMENTAÇÃO #3

Série ERROS COMUNS NA ALIMENTAÇÃO #4

Série ERROS COMUNS NA ALIMENTAÇÃO #5

Série ERROS COMUNS NA ALIMENTAÇÃO #6

Série ERROS COMUNS NA ALIMENTAÇÃO #1

Confira nesta série as dicas da nutricionista Claudia Ruiz Santana, responsável pela Oficina de Nutrição da Lareira Instituição. Você também pode participar desta e de outras oficinas, gratuitamente! Acesse o site da Lareira e informe-se! 

Esta é a 1ª parte da série de seis artigos sobre o tema.

A educação alimentar é uma das principais ferramentas para entrar em forma, e a mudança de hábito começa dentro de casa.

horario para comerTemos aqui  erros bastante comuns na alimentação do brasileiro, com orientações simples de como evitar estes hábitos. E é nas pequenas mudanças que o excesso de peso e as doenças ligadas a ele vão diminuindo.

Não tomar café da manhã -Algumas pessoas não têm tempo para tomar o café da manhã, outras, simplesmente não têm fome. Depois de um jejum de, no mínimo, seis horas, o corpo precisa de energia para seguir suas atividades. A primeira refeição do dia é essencial. Damos energia para que o corpo possa funcionar e evitamos quadros de hipoglicemia e mal estar.

Tomar muito café ao longo do dia -Um cafezinho fresco é algo irresistível para boa parte dos brasileiros; ele quebra a rotina e representa uma pausa agradável entre as tarefes do dia. O café é bom para o coração, é energético, porém, tem cafeína, que em excesso pode fazer mal para o organismo, principalmente para quem tem histórico de pressão alta. 4 xícaras pequenas por dia é a dose recomendada.

Cortar o carboidrato radicalmente da alimentação -Essa é uma técnica que algumas pessoas usam para emagrecer. A primeira resposta do corpo é mesmo o emagrecimento. Mas depois de certo tempo, a falta de carboidrato pode causar uma fadiga grande, a pessoa vai ficar sem energia, apática, cansada, queda de cabelo, enfraquecimento das unhas e mau humor. O ideal é incluir carboidrato em todas as refeições, de maneira equilibrada.

Pular refeições – Com a correria do dia a dia, pular uma refeição acaba sendo um erro bastante comum. Devemos comer de três em três horas para fazer com que o organismo entenda que ele não vai ficar sem energia. Assim, evitamos com que ele armazene em forma de gordura ao invés de queimar.

Não comer verduras e legumes -O fato de não inserir legumes e verduras é prejudicial porque o corpo terá uma menor ingestão de fibras. As fibras ajudam com a sensação de saciedade. Se a pessoa não ingere fibras, vai acabar comendo outras coisas que não deveria. Além disso, controlam o colesterol, a glicose  e funcionam como um fator protetor. O ideal é que o hábito seja incentivado sempre, mas, caso isso não seja possível, uma dica é incluir mais opções no prato gradativamente, até identificar os legumes e verduras de preferência.

Fontes:  Terra Eufic, Minha Vida

Artigos da Série ERROS COMUNS NA ALIMENTAÇÃO:

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Série ERROS COMUNS NA ALIMENTAÇÃO #5

Série ERROS COMUNS NA ALIMENTAÇÃO #6

Meditação faz bem para a terceira idade

Com a chegada da terceira idade, é comum que alguns problemas de saúde comecem a aparecer ou, caso já existam, exigir mais atenção e cuidados. Embora a indústria farmacêutica ofereça muitos produtos, a meditação pode ser uma poderosa medicina alternativa para os idosos.

Segundo pesquisas realizadas pelo Setor de Estudos do Envelhecimento da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a meditação faz bem para a saúde, diminuindo consideravelmente doenças crônicas como hipertensão, diabetes e depressão.

O estudo foi feito com 140 idosos paulistanos e cerca de 60% deles sentiram os benefícios da meditação praticando o exercício duas vezes por semana, em períodos de 20 minutos, durante dois meses. Além da melhora das doenças crônicas, a atividade ajuda reduzir o estresse, fortalece o sistema imunológico e também o nervoso.

Fonte

LONGEVIDADE: MEDITAÇÃO COMBATE A SOLIDÃO NO IDOSO

As pessoas idosas sofrem com a Síndrome do ninho vazio e não é para menos, filhos casam e muitas vezes o parceiro morre.

Depois de tudo, ainda a solidão?

Imagine uma pessoa que viveu uma vida de contatos familiares e atividades sociais, mas que depois de tantos anos acaba perdendo tudo isso gradativamente até o limite final. É o que acontece com a grande maioria dos idosos e não deve ser tarefa fácil encarar isso.

Mas enfim descobre-se que para reduzir esse sentimento negativo e limitar os efeitos da solidão, poucos tratamentos são efetivos, mas uma pesquisa da Universidade da Califórnia aponta para um modo simples de compensar os sentimentos de solidão: a meditação.

Meditação

O pesquisador Steve Cole afirma que com treinos simples de meditação o idoso já pode começar a sentir o efeito sobre a solidão já nos primeiros 2 meses desse tratamento e ainda mais:

  • a meditação reduz os sintomas do estresse;
  • faz com que os idosos fiquem mais atentos aos pensamentos focados no presente;
  • e passa a projetar suas ações no futuro de forma mais positiva.

Veja a conclusão do cientista:

  • “Nosso trabalho é uma das primeiras evidências científicas de que uma intervenção psicológica diminui os sentimentos de solidão assim como impactam positivamente o organismo”;
  • “O estudo traz novos dados sobre os benefícios de técnicas de meditação para a saúde física e mental. Os resultados são bastante animadores e esse tipo de intervenção pode trazer de volta a qualidade de vida que muitos idosos perdem com o tempo e com o afastamento das pessoas queridas e próximas”.

Veja a posição do Dr. Sandro Tubini (psicólogo e psicoterapeuta da capital paulista) sobre este tema,“Claro que essa descoberta é importantíssima para um sobreganho na qualidade de vida do idoso, mas a vida do idoso não pode ser composta apenas de meditação, a famíllia tem a responsabilidade cívica e moral de manter o parente idoso próximo, bem tratado e com carinho. Isto tudo chama-se: Respeito”.

Fonte

Pessoas estão vivendo mais, porém com menos qualidade

A Organização Mundial da Saúde declarou que a ideia de que os 70 anos de hoje são como os 60 de uma ou duas gerações atrás não tem base científica. Isso porque, embora as pessoas efetivamente vivam mais, não significa que sua saúde esteja melhor.

Em um amplo estudo sobre o envelhecimento, a organização considerou “equivocada” a concepção de que os idosos têm atualmente melhor saúde que a de seus pais ou avós na mesma idade.

Alguns fatores claros explicam porque o aumento dos anos de vida não pode ser atribuído a uma melhora das condições na última etapa da vida. Os maus hábitos para a saúde, como fumar, uma nutrição pobre, o consumo excessivo de álcool e a inatividade física se estendem ao longo da vida e continuam até idades avançadas.

Em consequência, os idosos sofrem cada vez mais com doenças crônicas e em muitos casos mais de uma ao mesmo tempo. Um exemplo ilustrativo é o da Alemanha, onde um quarto das pessoas entre 70 e 85 anos sofre de cinco ou mais doenças simultaneamente.

A OMS também ressalta que os idosos têm necessidades específicas e nem mesmo os países ricos contam com sistemas de atenção à saúde de longo prazo que sejam sustentáveis do ponto de vista econômico. É considerada atenção de longo prazo aquela que deve começar antes da pessoa idosa perder alguma de suas capacidades, e não quando o processo de degradação da saúde já está ativado.

A expectativa média de vida atual é de 71 anos, mas o envelhecimento deixou definitivamente de ser uma realidade de países ricos — é nos países de renda média que este fenômeno ocorre de maneira mais acelerada. Hoje, 12% da população mundial têm mais de 60 anos — esse grupo representará em meados deste século uma fatia de 22%.

Um estudo no Reino Unido mostrou, após considerar o custo da previdência, das ajudas sociais e dos serviços de saúde, que com os gastos em consumo e em outras atividades economicamente produtivas, os idosos realizam uma contribuição líquida de US$ 50 bilhões à sociedade.

FONTE